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Mulher que cortou pênis do namorado é presa na Indonésia

(16.07.07)

A polícia indonésia deteve uma mulher de 22 anos que cortou o pênis do namorado e depois fugiu com o órgão amputado, impossibilitando que os médicos o reimplantassem.  O vitimado, Markus Hunbani, de 23 anos, morador do povoado de Fatumonas, na ilha do Timor Oeste, está internado num hospital. Ele diz que ainda não entendeu os motivos do ataque de sua namorada, Erlin Mafefa.

O jovem foi hospitalizado no hospital de Kupang após a mutilação, na segunda-feira (9) e permanece internado. Ele mantinha a esperança de que Erlin chegasse com seu pênis para que os médicos pudessem tentar o reimplante, mas ela não apareceu. Um parente de Markus disse que a polícia confirmou a detenção de Erlin, mas por enquanto não encontrou o pênis amputado.

A prisão de Erlin foi confirmada por uma autoridade judicial na sexta-feira (13). Ao depor, ela confirmou a agressão e disse simplesmente que "joguei o pênis fora".

O insólito acontecimento levou as agências noticiosas a recordarem alguns casos semelhantes ocorridos no mundo - três deles, pesquisados pelo Espaço Vital aconteceram no Brasil e todos, aparentemente, decorrem de um primeiro acontecimento nos EUA em 1994: a reação de uma mulher contra o marido que a agredia quando ela se negava a ter relações sexuais.

O primeiro caso no mundo - A equatoriana Lorena Bobbit ficou famosa em 1994. Alegando que era constantemente agredida pelo marido, o ex-fuzileiro naval norte-americano John Wayne Bobbit, ela cortou-lhe o pênis depois de uma discussão e após ter pedido a separação. Mulheres de todo o mundo apoiaram Lorena, declarada inocente da agressão pela Justiça dos Estados Unidos. A mulher argumentou que durante vários anos sofreu com a violência do marido. Wayne teve o pênis reimplantado e se tornou ator de filmes pornográficos.

O primeiro caso no Brasil - A chamada  "síndrome de Lorena Bobbit" se manifestou no Brasil em abril de 2001, quando uma mulher cortou o pênis de um homem, na cidade de Peixe-Boi, no Pará. Desconfiada de que estava sendo traída pelo marido, ela esperou que ele fosse dormir e com uma faca de cozinha, afiada em ambos, os lados cortou-lhe o pênis. ‘‘Eu não senti porque havia bebido’’, disse ele, que teve o membro reimplantado. A mulher fugiu e, pelos registros policiais, nunca mais foi encontrada.

O segundo caso - O pedreiro A.M.F. 35 anos, morador de Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi submetido a uma cirurgia de reconstituição do pênis, decepado - em agosto de 2002 -  com uma faca de cozinha pela dona-de-casa M.L.P., 45 anos. A Polícia Civil trabalhou com duas hipóteses para esclarecer a agressão. A primeira, é a de que o homem vinha tentando estuprar a mulher, segundo ela mesma relatou. A segunda versão foi contada por vizinhos: o pedreiro estaria assediando a dona-de-casa, nos últimos dias, depois que seu marido saía para trabalhar. Na última tentativa, o homem invadiu a residência da vizinha, tirou a roupa e deitou na cama do casal, preparando-se para a relação sexual. A mulher fingiu que teria consentido com o convite e pediu ao pedreiro que colocasse o travesseiro no rosto. Depois, pegou a faca de cozinha e fez um corte profundo no pênis dele.

Reação contra a tentativa de relação sexual não consentida - A comerciária L.D.C., 23 anos, cortou o pênis do ex-marido, L.S.C., 28, durante uma briga na madrugada, no último domingo de julho de 2006. O caso aconteceu na casa dela, zona leste de Presidente Prudente (SP). Eles estavam separados liminarmente (separação de corpos) e o juiz determinara que o ex-marido não poderia mais entrar na casa dela.  Mas, sob o efeito de drogas e muito agressivo, ele continuava invadindo a casa e forçando a mulher a ter relações sexuais com ele. Na noite do fato, ela estava dormindo, quando o ex-cônjuge invadiu a casa e tentou forçá-la a fazer sexo com ele. Ela recusou e o homem passou a agredi-la. Ela, então, apanhou um estilete e desferiu um golpe profundo no pênis, próximo da bolsa escrotal. Após medicado, o homem  foi preso em flagrante por tentativa de estupro. A mulher foi ouvida e liberada pela polícia.

Depois da discussão conjugal - Uma mulher cortou em 29 de setembro de 2005 o pênis do marido, com o qual está casada há 21 anos, quando este tentou forçá-la a ter relações sexuais após uma discussão aparentemente motivada por ciúmes. O fato aconteceu na  cidade de Huaraz, 420 quilômetros ao norte de Lima (Peru).  Segundo informações policiais, Francisca Picón, de 38 anos, atacou o pênis do marido, Gerardo Rosales, de 40, para se defender dele, que estava bêbado. O médico Crisanto León disse aos jornalistas que Rosales levou oito pontos no pênis. Segundo o médico, o casal tem quatro filhos, o mais novo deles com cinco de idade.

Duas mutilações e um erro médico

Homem cortou o próprio pênis em pizzaria de Londres - Em abril de 2007, um homem cortou o seu próprio pênis em um restaurante lotado no centro de Londres. Policiais tiveram que usar gás lacrimogêneo para conter o homem quando eles entraram na pizzaria Zizzi, no domingo. Uma porta-voz da Polícia Metropolitana disse que o homem tinha entre 30 e 40 anos. Ele foi levado a um hospital no sul da cidade onde permaneceu internado por três semanas. Os médicos não conseguiram fazer o reimplante.

Monge budista se mutila por causa de uma ereção durante meditação - Um monge budista tailandês amputou o próprio pênis, em novembro de 2006,  com um facão depois de ter uma ereção durante uma meditação. Atendido para fazer curativo no Mahajah Hospital, 780 km ao sul do Bankok, o monge, de 35 anos, recusou o reimplante do orgão alegando que renunciava a todos os prazeres e necessidades mundanas. A automutilação, prática antiga de iogues hinduístas e budistas, representa uma demonstração extremada e mórbida de completo desapego de todo e qualquer valor material, sendo um sofrimento auto-imposto como resgate de carma de vidas passadas; os penitentes acreditam que é uma forma de purificação do espírito.

Em vez de aumentar, médico corta pênis de paciente - Em fevereiro de 2003, um cirurgião plástico britânico foi condenado ontem por um grave erro em uma cirurgia de alargamento de pênis. Ao contrário do objetivo do paciente, o resultado da operação foi um membro menor do que o tamanho original. O médico, de 54 anos, foi declarado culpado por falta de ética profissional pelo Conselho Geral Médico. Entre diversos erros cometidos durante as intervenções cirúrgicas, efetuadas na clínica Harley Street, o pior ocorreu em maio de 1997 em Manchester, resultando em um pênis mais curto e desfigurado. A cirurgia malograda custou ao paciente quase 5,5 mil euros. A ação de indenização tramita na Justiça inglesa.
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Fonte: Base de dados do Espaço Vital e agências noticiosas.

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