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Terça-feira, 25 de Abril de 2017

Com ou sem precatórios?



Causou repercussão na Ordem gaúcha saber que, em maio, um desembargador do TRT-RS recebeu - com salário e penduricalhos - R$ 366 mil. Outros, menos felizardos, tiveram que se conformar com apreciáveis R$ 198 mil  e R$ 162 mil, exemplificativamente. O total bruto da folha de pagamentos (magistrados e servidores) alcançou R$ 56.406.308,96.
 
Um conselheiro pediu que o Espaço Vital lançasse uma pergunta, que, na hora, tim-tim por tim-tim, ele próprio rabiscou num papel: "Como a eminente presidente da corte, desembargadora Maria Helena Mallmann, referiu, em nota oficial, que ´o total devido a cada magistrado tem origem em decisão judicial e contempla o tempo de serviço de cada um, bem como o acúmulo mês a mês do débito´, gostaria de saber se o pagamento foi feito via precatório, ou se..."
 
O conselheiro não completou a frase. Mas colocou um post-scriptum:
 
"PS: espero ver a resposta no saite do TRT-4; ou será que terei que valer-me da recente Lei nº 12.527, que regula o acesso a informações?..."

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