Ir para o conteúdo principal

Terça Feira, 18 Julho de 2017

O drama de um devedor perseguido pelos bancos...



Trecho de uma réplica em ação revisional contra bancos, em uma vara cível de Porto Alegre: “O requerente está de tal forma endividado com os bancos, que se ele por hipótese chamar a esposa de ´meu bem´, os bancos tomam”.

Um dos bancos, então, pediu que a expressão fosse riscada “por impossível, irreal e depreciadora do debate jurídico”.

O juiz da causa manteve o escrito. A ação ainda não tem sentença.


Comentários

Fabrício Esteves De Matos - Bancário 30.04.15 | 20:42:47
Eu devo, não nego, mas dívida com banco NÃO PAGO.
José Augusto - Advogado 28.04.15 | 10:45:58
Trechos do livro "As Vinhas da Ira" de John Steinbeck (Prêmio Nobel) sobre os bancos: estas criaturas não respiram ar, nem comem carne. Elas respiram lucros e alimentam-se de juros. O banco, esse monstro, tem que receber logo o seu dinheiro. Não pode esperar mais; senão morre. Não, os juros não param de subir. Quando o monstro para de crescer, morre. O monstro não pode ficar sempre do mesmo tamanho.
Banner publicitário

Notícias Relacionadas

O “jus sperniandi

Expressão de falso latinismo alude ao espernear de uma criança, inconformada com uma ordem de seus pais. E juiz gaúcho não manda tarjar palavras inconvenientes em petição porque , “no processo eletrônico é inviável riscar uma expressão dos autos”.

A importância da caneta

Ao cumprir diligência citatória, oficial de justiça deixa de colher a assinatura do réu porque “ninguém tinha caneta na hora”.

"In tontum"

Equívoco advocatício. Petição para que a ação seja julgada procedente"IN TONTUM"...