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Sexta-Feira, 20 Outubro de 2017

Potins desta terça-feira



· Páginas da vida

Pena cumprida. Depois de 36 anos preso, o ex-cirurgião plástico Hosmany Ramos ganhou a liberdade na semana passada. Condenado por roubo, sequestro e homicídio, saiu da penitenciária em Mirandópolis (SP) pela porta da frente e está no interior paulista. No cárcere, escreveu sua autobiografia, que a Geração Editorial vai publicar. Em 2017 ele pretende voltar à Medicina; vai passar agora uma temporada na Noruega, onde reside um filho.

Osmane Ramos (esse é seu efetivo nome), 69 de idade, após se formar em Medicina, passou a assinar como "Hosmany". Durante os anos 70 ganhou prestígio na área médica, atendia em dois consultórios próprios e era assistente de Ivo Pitanguy. Levava uma vida de luxo em Copacabana. Nem ele sabe dizer o que o levou à vida de crimes, mas começou a traficar drogas internacionalmente, inclusive com voos agendados de seu avião particular.

Seu romance com a jornalista e atriz Marisa Raja Gabaglia (que morreu aos 60 anos, em 2003), foi retratado por ela em um livro chamado ´Amor Bandido´. Em 1981 foi condenado a 53 anos de prisão por roubo de aviões, contrabando de automóveis e pelo assassinato de seu piloto pessoal e de um estelionatário.

· Tempos bicudos

“Mercado da Vizinhança” é um estudo do Instituto GFK: resume como empresários do varejo sobrevivem nesses tempos bicudos. Em síntese: marcas menos nobres substituem produtos líderes. Foram ouvidos 400 proprietários de janeiro a março; e monitoradas 16 categorias de produtos de consumo básico.

As grandes indústrias perderam em áreas como arroz, amaciante, detergente em pó e leite longa vida. E sobrevivem em segmentos tipo absorvente higiênico, açúcar e iogurte.

· Bênção política

Um bispo pelo outro. Caso Marcelo Crivella seja eleito prefeito carioca no segundo turno, o paulista Eduardo Benedito Lopes, 52 anos, assumirá de vez sua vaga no Senado. Ele também é bispo licenciado — por pressuposto — da Universal.

Eduardo, a exemplo de Crivella, foi ministro da Pesca de Dilma. Ambos mudaram de lado na véspera do impeachment.

· Farpas entre ministros

Respondendo a uma fala de Ricardo Lewandowski, em aula, de que o impeachment de Dilma fora “um tropeço na democracia”, o ministro Gilmar Mendes rebateu com força.

"Eu acho que o único tropeço que houve foi aquele do fatiamento da votação do afastamento, no qual penso que teve contribuição decisiva do presidente do Supremo" – alfinetou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

· Onde passar o Natal?

O tempo em que Marcelo Odebrecht ficará ainda preso em Curitiba: este é um ponto importante que emperra, atualmente, o fechamento do acordo de delação premiada dele. Os procuradores federais insistem: Marcelo tem que ficar mais um ano e meio preso - o que completaria um total de três anos de regime fechado.

Os advogados da Odebrecht querem que o patrão deixe Curitiba em dezembro. A tempo de passar o Natal com a família, no Rio de Janeiro.

· Tartaruga medicamentosa 

O jornal O Estado de S. Paulo contou no domingo a história de Alcirene de Oliveira, uma das duas pacientes que levaram ao Supremo Tribunal Federal a discussão sobre a obrigação de o Estado fornecer medicamentos fora da lista do Sistema Único de Saúde. Por problemas de tireoide, ela precisa de um remédio que custa mais de R$ 2 mil por mês.

Aposentada por causa da doença, ela entrou com ação judicial em 2008, para obrigar o Estado de Minas a fornecer a medicação. A medicação foi entregue até janeiro de 2009. Depois, Alcirene não pôde mais fazer uso do remédio. Oito anos depois do início da demanda, o caso está no Supremo, onde aguarda o voto-vista do ministro Teori Zavascki.


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