Ir para o conteúdo principal

Terça-feira, 27 de Junho de 2017

Solução para o impasse talvez só depois do carnaval



Foto de Lucas Pfeuffer

Imagem da Matéria

Muitas queixas, algumas promessas, várias ponderações, mas nenhuma solução. E falta de cadeiras.

Muita conversa, alguns encaminhamentos, mas nenhuma solução! A OAB-RS, a AGETRA e o SATERGS estiveram reunidos ontem (16) com a presidente do TRT-4, desembargadora Beatriz Renck e outros integrantes da Casa para “debater uma solução para a liberação de alvarás judiciais trabalhistas”. A gravidade da situação foi a essência da manifestação das lideranças advocatícias.

A secretária-geral adjunta da Ordem, Maria Cristina Carrion Vidal de Oliveira e o presidente da CEJT, advogado Raimar Machado, ressaltaram ser conveniente estabelecer o diálogo para solucionar o impasse. Em comunhão de vozes, eles sustentaram ser “necessário chegar a um acordo e deixar essa situação solucionada de forma clara, pois é uma pauta que tem preocupado a advocacia”.

Ponderaram também querer “ver respeitada a procuração, evitando-se essa interferência na relação privada entre advogado e cliente, pois a liberação de alvarás diretamente para a parte é um ato que mais gera conflito do que soluções e acaba afetando diretamente a classe advocatícia”.

Diante do posicionamento das três entidades, a presidente do TRT-4 deliberou que “o assunto será debatido internamente pela magistratura, em ambas as instâncias, verificando-se quais as soluções possíveis para a solução do impasse”.

No encontro, também foi estabelecida nova reunião, para o dia 2 de março, às 17h, na sede do TRT-4 – isto é, depois do carnaval. A ressaca advocatícia vai durar mais 14 dias.

Conforto esquecido

Na ´rádio-corredor´ da OAB-RS, ontem no início da noite, grassou um comentário adicional: a descortesia do TRT-4 em não ter disponibilizado cadeiras para todos os participantes do encontro.

Algumas dezenas de advogados compulsória e desconfortavelmente ficaram de pé. E água e cafezinho só tinha para quem estivesse sentado.


Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

A existência (necessária) de metal no sutiã

Advogada só foi autorizada a uma visita profissional em presídio se retirasse o sutiã. A peça continha ganchinhos de metal, imprescindíveis para o fechamento... OAB do Acre repudia que a profissional da advocacia “foi grandiosamente constrangida pelo servidor responsável”.

Negado habeas a advogado acusado de comprar liminares

A denúncia da PGR acusou o advogado de corrupção ativa, tendo por base os diálogos interceptados que captaram as tratativas entre ele e o filho de desembargador plantonista negociando decisões.