Ir para o conteúdo principal

Edição de sexta-feira , 25 de maio de 2018.

Mais uma prescrição que chega



Para quatro dos onze acusados da Lista de Furnas a acusação deu em nada. Desde o ano 2000, o caso engloba 150 políticos – quase todos ligados ao governo FHC - envolvidos num esquema de corrupção e lavagem de dinheiro.

Para lembrar: o “negócio” estava centralizado na empresa estatal carioca Furnas Centrais Elétricas, que abastecia a campanha de políticos, em sua maioria do Partido da Social Democracia Brasileira e Partido da Frente Liberal nas eleições de 2002.

O escândalo foi originalmente divulgado pela revista Carta Capital em 2006, denunciando políticos, magistrados e empresários.

Na semana passada, o Ministério Público do Rio de Janeiro ratificou a denúncia feita pelo MPF contra integrantes desta tal lista.

Dos 11 inicialmente acusados de corrupção e lavagem de dinheiro, quatro ficaram de fora do processo. São eles: Airton Antonio Daré, que faleceu; Dimas Toledo, José Pedro Terra e Reinaldo Conrad, beneficiados porque a pena prescreveu.

A tartaruga judicial está com a juíza Daniella Alvarez Prado, da 35ª Vara Criminal do Rio.


Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

Passagens da sentença e as penas dos cinco condenados

Juíza Vanessa Silva de Oliveira escreve sobre o ex-colega Diego Magoga Conde: “A culpabilidade dele exacerbou o normal, porque o acusado era magistrado na comarca, de modo que, com muito mais vigor deveria respeitar o ordenamento jurídico e proceder com ética no exercício das atividades (...) Ademais, utilizou-se de conhecimentos técnico-jurídicos para obter vantagens ilícitas”. Não há trânsito em julgado. Leia trechos da sentença.

 

Imagens Google

   "Bandido de toga" em versão gaúcha

 

"Bandido de toga" em versão gaúcha

Seis anos e meio depois de uma investigação que causou bulício na Justiça Estadual do RS, surge a condenação – em primeiro grau – de um ex-juiz de Direito e seu ex-assessor, ambos da comarca de São Lourenço do Sul. Sentença também alcança o pai do juiz, e um casal de advogados. “O magistrado se mostrou influenciável por seu círculo e relações” – disse o primeiro relator do caso.

A história do advogado da faculdade de papel

A fraude, a conquista do império e a queda. Alguns tópicos sobre a trajetória de Faustino da Rosa Junior – agora suspenso pela OAB-RS - condenado por falsificar diplomas universitários.