Ir para o conteúdo principal

Terça-feira, 28 de Março de 2017

Mais uma prescrição que chega



Para quatro dos onze acusados da Lista de Furnas a acusação deu em nada. Desde o ano 2000, o caso engloba 150 políticos – quase todos ligados ao governo FHC - envolvidos num esquema de corrupção e lavagem de dinheiro.

Para lembrar: o “negócio” estava centralizado na empresa estatal carioca Furnas Centrais Elétricas, que abastecia a campanha de políticos, em sua maioria do Partido da Social Democracia Brasileira e Partido da Frente Liberal nas eleições de 2002.

O escândalo foi originalmente divulgado pela revista Carta Capital em 2006, denunciando políticos, magistrados e empresários.

Na semana passada, o Ministério Público do Rio de Janeiro ratificou a denúncia feita pelo MPF contra integrantes desta tal lista.

Dos 11 inicialmente acusados de corrupção e lavagem de dinheiro, quatro ficaram de fora do processo. São eles: Airton Antonio Daré, que faleceu; Dimas Toledo, José Pedro Terra e Reinaldo Conrad, beneficiados porque a pena prescreveu.

A tartaruga judicial está com a juíza Daniella Alvarez Prado, da 35ª Vara Criminal do Rio.


Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

O que muda no caso da boate Kiss

Como o TJRS extirpou as qualificadoras de motivo torpe e meio cruel, os quatro réus escapam de penas que ficariam entre 12 e 30 anos. Em caso de condenação, a reclusão de cada um ficará entre 6 e 20 anos.

Blog Fausto Macedo – Imagens Google

A esposa de Sérgio Moro na defesa do marido famoso

 

A esposa de Sérgio Moro na defesa do marido famoso

O TRF-4 rejeitou ontem (9) a queixa-crime de ex-presidente Lula contra o magistrado responsável pela operação Lava Jato. Advogada Rosângela Wolff Moro (foto) sustentou que a queixa-crime foi “uma tentativa de intimidar o Poder Judiciário”. Ela lembrou uma das falas do ex-presidente, captada em interceptação na qual o ex-presidente afirmava que os juízes “tem que ter medo”.