Ir para o conteúdo principal

Sexta-Feira, 22 de Dezembro de 2017

Servidor da Justiça do Trabalho do RS preso pela Polícia Federal



Foi preso ontem (14), pela Polícia Federal, um servidor da Justiça do Trabalho da 4ª Região (RS), por suspeita de falsificação de documentos públicos e tentativa de peculato. O nome dele não foi divulgado pela PF, nem pelo tribunal; este, todavia, confirmou a prisão.

O servidor é suspeito de falsificar papeis com o objetivo de sacar valores depositados em conta judicial vinculada a processo que tramita na Vara do Trabalho de Guaíba.

Esta presta jurisdição às questões trabalhistas dos municípios de Guaíba, Barra do Ribeiro, Eldorado do Sul, Mariana Pimentel e Sertão Santana.

Ao tomar ciência dos indícios de crime, a juíza Julieta Pinheiro Neta adotou providências para evitar o saque dos valores. Segundo o TRT-4, “este não chegou a ser efetuado”.

A Administração do tribunal acionou a Polícia Federal, que realizou a prisão do servidor. Ele, simultaneamente, foi afastado de suas atividades. O TRT-4 instaurou processo administrativo disciplinar.

Em seu saite, o tribunal confirma a ocorrência e refere que “adotará todas as providências para apuração do caso e permanece à disposição das autoridades para prestar as informações necessárias à investigação”.


Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

Advogado gaúcho é réu em processo sobre falsificação de documentos

A denúncia é de que ele e outra pessoa falsificaram 42 procurações em que figuravam, como outorgantes, delegados de polícia, conferindo poderes para retirar contracheques. Estes serviriam para calcular o valor de honorários sucumbenciais em ações patrocinadas pelo denunciado como advogado da ASDEP.

Jornal El Mundo

Lá vai ele!...

 

Lá vai ele!...

Réu confesso, o diplomata espanhol Jesus Figón Leo, acusado de matar a facadas, em Vitória (ES), sua esposa, a brasileira Rosemary Justino Lopes, poderá deixar o Brasil. Decisão é do STJ.

Robinho: pena de 9 anos por violência sexual na Itália

A condenação alcança o atleta brasileiro e outros cinco homens. Segundo o julgado, “os acusados abusaram das condições de inferioridade psíquica e física da pessoa agredida, que havia ingerido substâncias alcoólicas, com meios insidiosos e fraudulentos, de forma que bebeu até ficar inconsciente e sem condições de se defender".