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Edição de sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018.

Quase que o Brasil quebra!



O ministro Gilmar Mendes deixou muita gente de olhos abertos e ouvidos atentos, ao dizer na semana passada na “Brazil Conference”, em Harvard, nos EUA, que “se não tivesse havido a interrupção do processo de corrução no país, o Brasil seria neste 2017 um novo Rio de Janeiro, Estado apodrecido pelo mar de lama nos três poderes regionais”.

Gilmar também alertou que é seria a situação decorrente do “crescente avanço das organizações criminosas na política brasileira”.

Simultaneamente, o jornal Le Monde, de Paris, chamou Adriana Ancelmo, a mulher do ex-governador Sérgio Cabral, de “Maria Antonieta dos tempos modernos”.

Em bom francês – aqui já traduzido – o acreditado jornal escreveu que Adriana é “uma mulher que se serviu do tesouro desviado por seu marido para se presentear com joias e outras futilidades enquanto o Estado seguia afundando na falência”.

“Outra cadela”

Aos leitores mais jovens, que talvez não lembrem ou conheçam traços de Maria Antonieta, o Espaço Vital acrescenta que Marie Antoinette Josèphe Jeanne de Habsbourg Lorraine, nascida em Viena em 1755, foi uma arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França.

Décima quinta e penúltima filha de Francisco I do Sacro Império Romano-Germânico, e da imperatriz Maria Teresa da Áustria, casou-se em abril de 1770, aos 14 de idade, com Luís XVI.

Detestada pela corte francesa, onde era chamada de "outra cadela", Antonieta ganhou gradualmente a antipatia do povo, que a acusava de perdulária e promíscua e de influenciar o marido a favor dos interesses austríacos.

Luís XVI, o marido dela, foi deposto e a monarquia abolida em 1792; a família real foi posteriormente presa. Nove meses após a execução de seu marido, ela foi julgada, condenada por traição, e guilhotinada em 16 de outubro de 1793.


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