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Sexta-feira, 21 Julho de 2017

Desembargadora atenderá advogados via Skype



A desembargadora Clarice Claudino da Silva, do TJ de Mato Grosso, colocou à disposição dos advogados, desde a semana passada, um novo canal de comunicação on line, por meio do aplicativo Skype, no endereço eletrônico atendimento-adv@outlook.com .

A ferramenta permitirá que os advogados, ao invés de se deslocarem até o tribunal para entregar memoriais ou até mesmo conversar com a magistrada, possam optar pela via on line.

Em nota de esclarecimento aos interessados, a magistrada salientou que em tempos de processo virtual, tal benefício trará economia e celeridade nos atendimentos, uma vez que o advogado não precisará deslocar-se de seu escritório, de sua cidade ou até mesmo de seu Estado para conversar com ela acerca de processos de sua competência. “A ferramenta otimizará o tempo dos profissionais, em especial porque diminuirá a espera para atendimento pessoal”, enfatiza a magistrada.

Para a utilização da ferramenta, o advogado deverá ter uma conta compatível com o aplicativo Skype (Hotmail ou Outlook), fazer o agendamento do dia e horário com a assessoria da desembargadora. No momento agendado, a desembargadora fará o contato virtual com o profissional. “Tudo previamente agendado, sem atrasos” - ressalta a magistrada.

Ela esclarece ainda que a ferramenta não exclui o atendimento pessoal, mas apenas amplia para a possibilidade de atendimento virtual, agregando mais celeridade e transparência ao processo.


Comentários

Bernadete Kurtz - Advogada 04.07.17 | 12:59:54
Na realidade o objetivo é afastar os advogados; para a magistratura, com honrosas exceções, a presença do advogado é estorvo... Brevemente as audiências serão on line, as sustentações orais também. E vai acabar o  velho e essencial "olho no olho" ... lástima !
Luis Carlos Millani - Advogado 04.07.17 | 12:00:43
Que belo exemplo!
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Outras violações de deveres funcionais da magistrada: realização de atos processuais em processos de adoção sem as formalidades legais; favorecimento de determinado grupo político; prática de atos jurisdicionais em processos em que a própria magistrada figurava como parte; e manutenção de seu ex-cônjuge na vara como se fosse servidor.