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Sexta-Feira, 17 de Novembro de 2017
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O perigo no Equador é o ´SINPOF´



Charge de Gerson Kauer

Imagem da Matéria

O Sindicato do Pontinho Fora (´SINPOF´) é uma instituição formada por variados representantes da sociedade que buscam o resultado de 0 x 0 fora da Arena. Esta ´organização´ é responsável pelas grandes eliminações do Grêmio na Copa do Brasil e na Taça Libertadores, no período anterior ao título da Copa do Brasil/2016. O Grêmio, várias vezes, perdeu a chance de classificação por não ter feito gol fora de seus domínios territoriais.

A eliminação da Copa do Brasil/2013 é um dos exemplos: a falta de um gol no jogo em Curitiba, contra o Atlético-PR, rodadas antes, nos tirou da competição.

No mesmo ano também fez falta um mísero gol na Colômbia, na partida contra o Santa Fé, para nos roubar o sonho da conquista da Taça Libertadores.

E na Argentina em 2014 contra o San Lorenzo? Outra vez saímos derrotados por jogar com medo de vencer. E isso também se repetiu em 2015, na Copa do Brasil, quando o Grêmio jogou por empate contra o Fluminense, no Rio de Janeiro.

Pior do que não fazer o gol fora é “fechar um contrato por um empatezinho de 0 x 0” nas partidas longe da Arena.

Essa "tática" sempre deu errado, mas os ativistas do ´SINPOF´ seguem profetizando este jogo amedrontado que ofende os torcedores apaixonados pelo time. São especialistas em lançar frases do tipo: “Voltar vivo. Povoar o meio-campo. Jogar com a casinha fechada. Jogar por uma bola. O importante é não levar gol. Depois dos 30 minutos do 2º tempo não tem mais jogo”.

Tragédia completa!

O quadro de sindicalizados do ´SINPOF´ é vasto e está disseminado em todos os lugares. Seus ativistas são encontrados na torcida, no Conselho Deliberativo do clube, entre os dirigentes e ex-dirigentes, na imprensa vermelha e, inclusive, na pequena imprensa azul existente.

Eu e muitos gremistas não queremos um resultado de 0 x 0 na partida contra o Barcelona de Guayaquil. O Grêmio tem condições de vencer ou fazer gols contra os equatorianos. É isso que esperamos. Nossa parte, faremos apoiando o time na Arena lotada.

Fomos bicampeões da Libertadores fazendo gol fora de casa no Penharol, em 1983, e no Nacional de Medelín, em 1995. Fizemos sete gols fora de casa nas decisões da Copa do Brasil de 1997, 2001 e 2016, contra Flamengo, Corinthians e Atlético (MG), respectivamente.

O Grêmio está a dois jogos da final da Taça Libertadores. Basta seguir a receita do passado vitorioso. Jogar para vencer!

Tapem os ouvidos! Os ativistas do SINPOF vão tocar os tambores até a hora do início do jogo. O refrão deles será “voltar vivo”.

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Dupla Gre-Nal

• Ricardo Wortmann (JUS AZUL) escreve sempre às terças-feiras.
Contatos: CornetadoRW@gmail.com

• Roberto Siegmann (JUS VERMELHA) escreve sempre às sextas-feiras. Contatos: Roberto@siegmannadvogados.com.br


Comentários

Ricardo Luiz Wortmann - Articulista Do Jus Azul 24.10.17 | 13:17:06
Os leitores têm razão! O Grêmio fez 8 gols nas três partidas contra Flamengo, Corinthians e Atlético (MG). Obrigado!
Paulo Roberto Dos Santos - Servidor Público Tricolor 24.10.17 | 10:05:33
Mas se são gremistas, os integrantes do SINPOF são imortais!
Pedro Canabarro Cunha - Militar 24.10.17 | 09:21:05
Perfeito. Apenas uma pequena correção: nas finais de 97/01/16 não foram sete gols fora, mas OITO. Dois no Flamengo (João Antônio e Carlos Miguel), três no Corinthians (Mazinho, Zinho, Paraíba) e três no Galo (Pedro Rocha (2X) e Everton).
Fabiano Oliveira - Consultor De T.i 24.10.17 | 09:16:35
Uma correção, o Gremio fez 8 gols fora nas finais mencionadas. Fecho com o RW e com a grande maioria dos gremistas e afirmo que temos que marcar gol ou "gols" na quarta-feira. O tal Sinpof combinado de 0x0 é suicídio em competiçoes de mata-mata com gol qualificado. Na final não tem gol qualificado! Saudações tricolores
Deny Francisco De Camargo - Advogado 24.10.17 | 09:08:30
Esse time do Grêmio particularmente é vocacionado para atacar. Quando joga pra cima do adversário geralmente se dá bem. Quando tenta amorcegar o jogo é que normalmente fica vulnerável. Para nossa sorte as lesões ocorreram na hora certa (e com tantos jogos inevitável que ocorram) com as principais peças retornando ao time no momento decisivo do ano.
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