Ir para o conteúdo principal

Edição de sexta-feira, 19 de outubro de 2018.

Robinho: pena de 9 anos por violência sexual na Itália



A Nona Sessão Criminal do Tribunal de Milão (Itália) condenou ontem (23) o atacante Robinho a nove anos de prisão por "violência sexual em grupo" contra uma jovem albanesa, ocorrida em uma boate, em janeiro de 2013, ao tempo em que ele atuava pelo Milan, da Itália.

Segundo a imprensa italiana, Robinho teria praticado o ato com outras cinco pessoas. A jovem tinha 22 anos de idade na época. A pena é igual para todos os réus.

Em sua decisão, a corte afirmou que os acusados "abusaram das condições de inferioridade psíquica e física da pessoa agredida, que havia ingerido substâncias alcoólicas, com meios insidiosos e fraudulentos, de forma que bebeu até ficar inconsciente e sem condições de se defender".

Robinho já havia sofrido a mesma acusação na Europa, quando foi preso em 2009 no período em que defendia o Manchester City, da Inglaterra, mas foi liberado sob fiança. O atacante sempre negou as acusações. Ele ficou livre das acusações de estupro - que sofreu em janeiro daquele ano - depois o Serviço de Investigações da Coroa Inglesa (CPS, sigla em inglês) decidiu que nenhuma ação deveria ser tomada, por falta de provas.

Robinho atua no Atlético-MG, mas ainda não definiu sua permanência em Belo Horizonte. Há interesse do Santos no atleta. Foi o clube santista que o revelou para o futebol. Independente de qual time defenderá no Brasil, o atleta terá que aceitar reduzir o seu salário atual, de cerca de R$ 800 mil mensais.

Leia o contraponto da assessoria de Robinho

“Sobre a notícia envolvendo o atacante Robinho, em um fato ocorrido há alguns anos, esclarecemos que ele já se defendeu das acusações, afirmando não ter qualquer participação no episódio. Todas as providências legais já estão sendo tomadas acerca desta decisão em primeira instância”.


Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

Arte de Camila Adamoli

Denunciados três advogados de grupo que planejava morte de juiz, policiais e testemunhas

 

Denunciados três advogados de grupo que planejava morte de juiz, policiais e testemunhas

Magistrado Felipe Keunecke de Oliveira estava na mira para ser morto numa das suas habituais idas à sede náutica do União, ou antes de um grande jogo noturno na Arena do Grêmio. A juíza do regime de exceção da Vara Criminal do Foro Regional do Alto Petrópolis em Porto Alegre – embora sem deferir a prisão dos advogados acusados – proibiu-lhes o exercício da profissão, o que já foi comunicado à OAB-RS. Leia também e-mail enviado, ao Espaço Vital, pela magistrada Betina Meinhardt Ronchetti, titular da vara mencionada.