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Edição de sexta-feira, 19 de outubro de 2018.
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Baú da corrupção: a admiração de Claudia Cruz pelo “caráter, sinceridade e inteligência” do marido Eduardo Cunha



Chargista Jarbas – Diário de Pernambuco

Imagem da Matéria

Do baú da corrupção

Internautas ressuscitaram esta semana o vídeo de uma entrevista exibida pelo SBT, em 24 de novembro de 2015, com a família de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ao tempo em que ele era presidente da Câmara. De repente, o repórter Roberto Cabrini pergunta à esposa Claudia Cruz o que fez ela “se apaixonar por Eduardo?”.

No jardim da aprazível morada, na Barra da Tijuca, no Rio, antes de responder ela passa a mão carinhosamente no rosto do marido e, fitando-o responde objetivamente: “Caráter, sinceridade e inteligência”.

Hoje fazem exatos dois anos que a entrevista foi ao ar no SBT. Na montagem que agora aparece nas redes sociais, logo surge um humorista comandando incontida gargalhada, após a declaração amorosa.

Veja as imagens e escute o áudio.

Novas opções sexuais e mudanças de registro

O caso é gaúcho. No STF, está 5 x 0 pelo provimento do recurso extraordinário de uma pessoa nascida mulher que está virando homem.

Cinco ministros votaram anteontem (22) pela possibilidade de transexuais alterarem nome e gênero no registro civil sem a necessidade de realização de cirurgia de transgenitação. No TJRS o pedido da(o) autora (autor) foi concedido apenas parcialmente: o deferimento da troca de nome.

No Supremo, o recurso teve, preliminarmente, reconhecida a existência de repercussão geral da matéria. No mérito, o  relator Dias Toffoli votou pelo provimento. Foi acompanhado pelos ministros Alexandre, Fachin, Barroso e Rosa. O julgamento foi interrompido por pedido de vista do ministro Marco Aurélio e pode ser finalizado em dezembro.

Mais detalhes na edição da próxima terça-feira (28) do Espaço Vital.

A propósito, sobre preferências e trocas conjugais, o jornalista Fernando Albrecht veiculou, um dia desses, em seu “Começo de Conversa”, no Jornal do Comércio, uma pérola que fora postada no Facebook por um jornalista.

Diz assim: “Uma amiga me contou que está namorando a esposa do namorado do marido dela”. O caso também é gaúcho.

“O” dono de casa

A Justiça do Egito transformou ontem (23) em consensual uma ação de divórcio litigioso em que Samar M., uma mulher egípcia de 28 anos, pediu o final do casamento dela, apenas duas semanas após a cerimônia de núpcias.

Segundo o jornal Khaleej Times, a inconformidade feminina foi porque o marido Mohammad S., 40,  dedicava-se o tempo todo às tarefas de organização e limpeza do lar e, na hora do lazer, mostrava-se “cansado”.

Não faz um mês que nos casamos, eu o amo há dois anos, mas estava odiando morar com ele, ele não deixava nem mesmo que eu escolhesse o canal de tevê para assistir” – disse Samar.

O juiz da causa tentou convenceu as partes a se conciliarem inteiramente. Mas o máximo que conseguiu foi transformar o pedido de divórcio em consensual. A sentença foi proferida na própria audiência.

A tartaruga manda lembranças

O Cade iniciou anteontem (22) julgamento do processo envolvendo as montadoras Volkswagen, Fiat e Ford, por apontado “abuso dos direitos de propriedade intelectual sobre o desenho de autopeças para reposição”.

A controvérsia teve início com representação formulada em 2007 (isto é, o processo já tem 10 anos de tramitação...ou paralisação), pela Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças, sustentando e demonstrando que, para ela, “as montadoras agem de maneira anticompetitiva, de modo a dominar o mercado secundário de autopeças”.

O relator, conselheiro Paulo Burnier, votou pela condenação das montadoras, mas o caso teve pedido de vista do conselheiro Maurício Oscar Bandeira Maia.

Então fica para 2018 e, por enquanto, não se fala mais nisso. (Proc. nº 08012.002673/2007-51).


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