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Edição de sexta-feira , 25 de maio de 2018.
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Para não dizer que não falei...de futebol



Eitan Abramovich – AFP / Google Imagens

Imagem da Matéria

PRIMEIRO PONTO: Fato. Em data recente, 30 de abril, foi publicado o novo ranking de times de futebol do mundo (Football World Ranking), e suas respectivas pontuações. Sem surpresas, pelo menos para nós, gaúchos, lá está o Grêmio, ocupando o 3º lugar, com 14.111 pontos, apenas superado pelo Real Madrid com 17.545 pontos e o Barcelona, com 16.122 pontos.

Em síntese: um time local versus duas seleções do mundo.

Seguem-se, no quarto e quinto lugar, respectivamente, o Atlético de Madrid e o Bayern de Munique. Entre os dez primeiros, surge mais um brasileiro, ocupando a 10ª colocação, o Flamengo.

Ver Porto Alegre sendo citada entre metrópoles como Madrid, Barcelona, Munique, Buenos Aires, Liverpool, Rio de Janeiro e outras tantas, cidades europeias ou sul-americanas, dá um orgulho danado. O futebol do Grêmio vencendo barreiras no planeta, se impondo não só por força de títulos obtidos, mas principalmente pelo seu futebol, coeso e encantador, de sucessivas goleadas, lembrando que o sistema de pontuação é complexo, levando em conta inúmeros fatores.

Pesquisando até o número 100 deste ranking, nada mais de interessante que diga respeito ao nosso Estado se encontra.

Mas não é só isso. Na lista realizada pela Federação Internacional de História e Estatística, publicada em 18 de janeiro último, o Grêmio dela participa ocupando o segundo lugar, ficando o primeiro para o Real Madrid e o terceiro para o Manchester United. Para alcançar o resultado, a IFFHS, sem qualquer vinculação com a FIFA, constitui ranking próprio, criado em 1991, levando em consideração os resultados de jogos oficiais reconhecidos pela FIFA de todos os clubes nos últimos 365 dias, ou seja, no caso, os resultados do ano de 2017. E lá está o Grêmio, ocupando o segundo lugar.

No ranking nacional, publicado pela CBF em 04 de dezembro último, valendo para o ano de 2018, o Grêmio ocupa o terceiro lugar, com 15.092 pontos, empatando em primeiro lugar o Palmeiras e o Cruzeiro ambos, com 15.288. Explica-se: este ranking leva em conta apenas os jogos nacionais, retroagindo a cinco anos, com pontuações progressivas.

Ou seja, conquistas internacionais não são computadas, mas o perfil quinquenário sim. Segundo ou terceiro lugar, conforme o ranking, no Brasil e no mundo, mas campeão gaúcho e campeão da América, títulos que detém com todo nosso orgulho bairrista. Para nós, é o número UM.

SEGUNDO PONTO: Números não são o mais importante. Pessoas, sim. Atrás desses números estão pessoas e são elas que devemos homenagear pela excelência desses resultados. Pessoas que, nós gremistas, amamos e reverenciamos.

O presidente Bolzan, administrador sério e competente, que soube controlar as finanças levando a gestão do clube a top de linha, exemplo para outras agremiações. Nomes como Marcelo Grohe, que fecha a goleira, não permitindo que as redes tricolores tremulem; Geromel e Kannemann, generais da defesa; Arthur (106 passes na última goleada contra o Santos, no segundo tempo, com 100% de aproveitamento); Maicon e Ramiro compondo um meio de campo impecável com domínio da bola e acerto nos passes, ladeados por Bruno Cortez e Léo Moura. Estes tanto apoiam a equipe quando está com a bola, como marcam quando a bola está nos pés dos adversários.

Chegamos, por derradeiro, ao ataque “cruel” do tricolor, somando gols às vitórias que igualmente se acumulam, composto por Luan, Everton e Jael, fazendo tremular as redes adversárias, sem embargo dos demais companheiros que se revezam no gramado, dentro das quatro linhas, levando o nome do Grêmio ao apogeu futebolístico.

E, o nome dos nomes, o sempre comandante, Professor Portaluppi, maior ídolo da história gremista, que leva no peito o grito de vitória.

Esses nomes não têm número, são o número!


Comentários

Sergio Araujo - Aposentado 08.05.18 | 16:08:35

Depois desse ufanismo todo, só cabe-me sugerir ao Tite que convoque o time mágico do Grêmio para a copa da Rússia, com exceção é claro do zagueiro argentino, que o hexa estará garantido.

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