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Edição de sexta-feira, 16 de novembro de 2018.

Equipe de transição de Bolsonaro tem um advogado gaúcho



Com a nomeação de 27 indicados, o gabinete de transição fez ontem (05) a primeira reunião no Centro de Convenções do Banco do Brasil, em Brasília, sob a coordenação do ministro extraordinário Onyx Lorenzoni, gaúcho de Porto Alegre.

Os futuros ministros Augusto Heleno (Defesa), Paulo Guedes (Economia) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) estão na equipe, que tem sete militares, seis economistas e nem uma mulher.

O publicitário Marcos Aurélio Carvalho, um dos donos da agência AM4 que cuidou da comunicação digital da campanha do presidente eleito também foi nomeado. O gabinete trabalhará dividido em dez grupos temáticos. Um de seus integrantes – ainda sem função com título definido – mas, seguramente, na área jurídica - será o advogado gaúcho Adão José Corrêa Paiani (OAB-RS nº 62.656), que tem escritório em Porto Alegre (RS) e em Taguatinga (DF) e mantém excelentes relações com Onyx Lorenzoni.

Dois dias antes da votação de segundo turno, Paiani foi o subscritor de uma petição endereçada à ministra Rosa Weber, presidente do TSE, que causou frisson e inquietações na corte. Ligado ao DEM, Paiani queria fosse assegurado a duas pessoas indicadas por Bolsonaro e por Haddad, o acesso à “sala-cofre” do tribunal, para melhor e pontual verificação on line dos avanços da contagem eletrônica de votos.

Paiani também teve ativa participação – em nome de Bolsonaro e seu partido - nos desdobramentos policiais e em repartições judiciais de Minas Gerais, logo após o atentado de 6 de setembro contra Bolsonaro.


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