Solidariedade à advogada afrontada e críticas à trapalhada policial


Ø Sobre “Momentos de terror na minha residência”.

· “O mundo me apresentou colegas fantásticos, mas dentre alguns orgulho-me em nominar uma colega amiga, mais que uma irmã, que é a Dra. Anália Goreti da Silva. Colega de moral ilibada, parceira em inúmeros processos, zelosa pelo direito, mas primando sempre pela justiça. E aí se vão mais de 20 anos de amizade, convívio familiar e vizinhança também. Vamos gritar ao mundo: basta de atos traumatizantes e desproporcionais ao direito!”.
(ass.) Rejane Griesang Schenkel, advogada.

· “Goreti, nossa solidariedade por este crime bárbaro cometido contra a sua família. Espero que os responsáveis sejam punidos”.
(ass.) Graziela Terezinha Finger, engenheira.

· “Como leitor assíduo do Espaço Vital, gostaria que fossem fornecidas informações adicionais sobre a apuração de responsabilidade e punição do delegado Rafael Lopes. Parece-me que, como responsável pela diligência mal concatenada, o policial que chefiava a ´operação´ deverá ser penalizado pela estupidez cometida”.
(ass.) José Flavio Breno Fischer, tabelião.

· “Conheço essa querida e competente advogada! Não sei como reagir ao abuso e ao absurdo! Dra. Goreti, Deus te proteja, porque o Estado falhou totalmente”.
(ass.) Luciano Maria Gonçalves Fava, aposentado.

· “Expressar a minha solidariedade à Doutora Goreti é o que posso fazer neste momento. Nós vivemos no Estado mais racista da União. No Rio Grande as pessoas praticam crimes de racismo com a certeza da impunidade. Mas a situação vivida pela advogada e sua família extrapolou todos os parâmetros constitucionais, de civilidade, e respeito ao ser humano. Que as vítimas tomem as providencias legais”.
(ass.) Jorge Luiz Aguiar Dias, advogado.

Ø Sobre “A oportunidade que se abre com a virtualização de processos físicos”.

· “Concordo plenamente quanto à sugestão do Dr. Rafael Berthold, de que os advogados e advogadas possam digitalizar seus processos. Creio que todos ganham, principalmente no que se refere aos prazos, pois estamos praticamente parados desde setembro de 2019 em razão da greve dos servidores do Poder Judiciário”.
(ass.) Cláudio Gomes da Silva, advogado.

· “Acho que a ideia não é das piores. Considero que temos processos físicos em comarcas distantes de nossos domicílios, e a digitalização para fazê-los virtuais favorecerá muito o nosso trabalho. Estive vendo as regras do TJ-SP para tal mister, é um programa complicadíssimo, na verdade. Deveriam permitir que fosse feito como fazemos no escritorio. Digitalizado, seria levado em pendrive para o serventuário inserir no sistema”.
(ass.) Carlos Alberto Andrade, advogado.

· “Congratulo-me com o colega Berthold pelo artigo e compartilho integralmente de sua opinião. Não pretendo digitalizar muitos processos, pois teria uma enorme perda de tempo em razão da metodologia adotada. Além disso, os processos mais antigos deveriam ser priorizados e não excluídos. Junto-me ao articulista, para conclamar aos órgãos competentes, que seja facultada a digitalização de todos os processos que o advogado desejar, diretamente no sistema E-Proc.”.
(ass.) Jorge Lucimar Gonçalves Maciel, advogado

Ø Sobre “A Página da Jovem Advocacia - A digitalização dos processos físicos

· “A medida é um retrato fiel da defasagem do sistema de justiça, que há muito não entrega aos cidadãos brasileiros uma prestação jurisdicional eficaz. Desconheço frase mais bem posta e que retrate tão bem "nosso atual estágio", me atrevendo a acrescentar: ´massacrando a classe advocatícia´”.
(ass). Teresinha Grando Cavalcanti, advogada.

· “Eu optei por selecionar alguns processos do meu escritório - em que eu trabalho sozinha - e fiz a digitalização, mas para isso tive que investir num scanner mais moderno (prefiro pensar dessa forma - investimento). É bem trabalhoso não há dúvidas, mas os meus processos já foram distribuídos na minha comarca (Veranópolis), e já tiveram andamento. Então para mim, apesar de todo o trabalho que está sendo escanear, foi vantajoso!”
(ass). Katiane Romanini, advogada.

· “Impressiona a falta de consistência técnica do TJRS na implementação do processo eletrônico. Em novembro de 2011 o TJ de São Paulo implantou o sistema naquele Estado; desde então tudo passou a ser eletrônico; e os processos físicos continuariam até a extinção. No RS tudo é confuso. Até o E-Proc doado pelo TRF-4 está sendo desvirtuado. A questão é: quem recebeu e quanto foi pago pelo TJRS para esse fracasso?”
(ass). Antonio Pani Beiriz, advogado.

Ø Sobre “Reclamantes colorados”

· “História muito interessante e divertida. São as coisas agradáveis das audiências. Em Canoas, também na JT, um excelente juiz, muito pragmático e cioso das formalidades, sempre perguntava aos advogados das partes, preliminarmente, se confirmavam os seus endereços constantes dos autos. Uma colega, de excelente humor, invariavelmente indagava do magistrado: ´O senhor não quer o meu telefone de casa...?´ Ele ficava vermelho, mas não por que fosse colorado, mas gremistão ardoroso”.
(ass). Luiz Carlos Chuvas, advogado.

· “Muito Bom Dr. Roberto Siegmann! Excelente texto. Aliás, como sempre. Forte abraço,... sem boné".
(ass). Leonardo Joel Handler, advogado.