Conclusão de que 2020 será mais um ano perdido para o Grêmio


“Na vida se aprende com os erros do passado. Pelo menos para as pessoas normais. Eu esperava que a direção do Grêmio, com a saída do Duda Kroeff , enquadrasse o Renato nos seus rompantes de peladeiro. Mas não, ao permitir que ele escale um ex-jogador como o Thiago Neves, e outras substituições esdrúxulas, chego à conclusão que 2020 será mais um ano perdido. E a direção será, mais uma vez, a maior culpada”.

(ass). Luís Guedes Condessa, geólogo.

“Escrevo indignado logo após o fiasco da noite desta quinta-feira quando perdemos para o Sport. Um arremedo de time. Atletas desinteressados. Um Thiago Neves que é sucessão de fiascos; ele é mais um bonde que Romildo Bolzan e Renato Portaluppi enfiaram nas finanças do Grêmio, como já tinha ocorrido com André Balada, Felipe Vizeu e Diego Tardelli. Etc. etc. Sem esquecer do caríssimo - refiro a cifrões - Kleber Gladiador que, graças ao ex-presidente Paulo Odone e a desmandos administrativos das últimas gestões,  enfiou um milionário passivo, goela abaixo do clube e da torcida. Um vexame o Grêmio 2020!”.

(ass). Amilcar Martini Zabaletti, contador. 

“Para ficar mais condizente com a liturgia. ´Ad verecundiam faciem omnium egestas atque inopia. Ou seja, total falta de vergonha na cara. Como diria Rui Barbosa: "Há muito mais de engenhoso do que de filosófico".

(ass.) Rodger Gonçalves de Almeida, advogado.

“Neste caso qual seria a opinião do articulista quanto, também, a dois outros problemas nesta decisão sem pé nem cabeça:  é uma provável violação ao princípio da adstrição e da vedação à decisão surpresa, pois o expurgo dos juros moratórios não foi tema debatido”.

(ass). Oswaldo Vianna Ferreira, engenheiro.

“Participei de uma audiência trabalhista em Goiás, há alguns anos (quando ainda penava nas hostes da advocacia) e a advertência da juíza refletia bem esse espírito “conciliador", que é filho mais velho da lei do mínimo esforço. “Enquanto não fizerem um acordo, não sairão da minha sala" - disse, aos berros, em tempo mais do que imperativos. Ela era conhecida por uma característica: nunca proferia sentenças. Batia um desgastado carimbo homologatório”.

(ass.) Paulo Américo de Andrade, consultor de empresas.

“Sou um apaixonado pela língua portuguesa e a coluna do professor Ledur é uma ótima fonte de aprendizado. Leia-a todas as sextas-feiras, aqui no distante Rio Grande do Norte”.

(ass). Minervino Wanderley Neto, jornalista.