Era uma vez um dinheiro limpo...


 

[1ja] O “dinheiro limpo” segundo as redes sociais

 

 

[2ja] O peixe pacu - segundo as redes sociais

 

(Da série “Ainda não vimos tudo”).

É permitido sonhar: o primeiro projeto de lei de iniciativa do filho suplente que assumirá em lugar do pai senador enrolado já está decidido: disporá sobre a futura nova cédula de R$ 1.000.

Ela homenageará o peixe pacu.

A justificativa é de Morfeu: “Mesmo sendo primo da piranha, o belíssimo e simpático pacu pantaneiro é hidrodinâmico e nutritivo. E com seu formato de disco é pacífico e não machuca ninguém”.

Como o projeto de lei ainda está em segredo legislativo, a rádio-corredor que lançou a magana notícia cuidou para que o nome do excelentíssimo locutor siga, por enquanto, em segredo de justiça.

 

[3ja] Dia dos bobos

 

Na decisão que soltou o traficante André do Rap, o ministro Marco Aurélio produziu - entre a liturgia e o juridiquês - uma frase que é candidata forte a “A Pérola Verborrágica de 2020”.

Diz assim: “Espera-se que o beneficiário da soltura adote a postura de cidadão integrado à sociedade”.

Como não é possível retroagir a frase a 1º de abril passado  - que foi o mais recente dia da mentira - o palavrório ministerial pode ser guardado para uso na noite de 24 de dezembro próximo.

Servirá para expressar  que, nos seus 74 de idade, o supremo ministro acredita em Papai Noel.

 

[4ja] Contaminação no Poder

 

A contaminação por Covid-19 na cúpula da República tem, em média, um índice dez vezes maior do que os 2,5% entre o total da  população brasileira.

Entre os congressistas, chega a 20% dos parlamentares do Senado; no STF, são 30% dos ministros do STF; e na Esplanada são quase 50% dos seus ocupantes.

As especulações são duas: as altas autoridades do país estão se protegendo menos do que deveriam e/ou o coronavírus demonstra um especial apetite pelo poder.

 

[5ja] Foi o Pix?

 

O povo sem intimidade com as trapalhadas supremas está confuso com o noticiário que reuniu, na mesma ciranda, André do Rap, Marco Aurélio e outros ministros.

É que tem gente que anda confundindo Pix com Fux!

 

[ja!]  O partido da OAB-RS

 

Sugestão aos advogados brasileiros que frequentam o Espaço Vital. Dedicar quatro minutos - nada mais do que isso - à leitura do pontual artigo “O partido da OAB-RS”, de autoria de Ricardo Breier.

O presidente da Ordem gaúcha faz críticas à participação, na quinta-feira passada (15), do presidente do CF-OAB, Felipe Santa Cruz, numa live intitulada “A Democracia, a Cidadania e o Estado de Direito no Brasil”.

No alinhavado debate estavam, entre outros, o ex-governador Tarso Genro (PT-RS), o vereador Engenheiro Comassetto (PT) e... Felipe Santa Cruz.

Não faltou um bem visualizado apoio a Manuela d´Avila, candidata a prefeita.

O presidente Santa Cruz poderia ter aproveitado, também, para prestar contas do que tem feito em prol da advocacia do RS.  Ele precisa saber que duas recentes e necessárias conquistas nacionais da advocacia partiram do RS, via CNJ.

Uma: a independência dos tribunais para disporem, cada um por si, sobre o realinhamento das atividades jurisdicionais na retomada pós-pandemia.

A outra: a oitiva, em todos os processos, das testemunhas obrigatoriamente dentro dos fóruns  - sem os riscos de possíveis coações.

Sobre estes dois temas acima - desde que a pandemia começou em meados de março - o CF-OAB não moveu uma palha.

Leia nesta mesma edição do Espaço Vital:

O partido da OAB/RS - Artigo de Ricardo Breier