Lula diz que “quem subtraiu da Petrobras foram os funcionários da empresa”


Lula ainda não conseguiu fazer um mea culpa. Na entrevista para Reinaldo Azevedo, na Band News, o ex-presidente disse que os diretores do PT, que ele colocou na Petrobras, não roubaram da estatal e que “quem subtraiu da empresa foram os funcionários de carreira”.

Faltou dizer que o grosso do dinheiro que tais funcionários desviaram foi para os partidos da base, inclusive o PT.

A propósito, Lula não falou. Mas o apresentador também perdeu uma ótima oportunidade para perguntar.

Em março, as empresas aéreas brasileiras continuaram reduzindo suas malhas de voos domésticos. Foram 1.177 decolagens nacionais - ou 49% do número médio registrado na pré-pandemia. Os números inéditos são da Abear, a associação que congrega Azul, Gol, Latam e outras.

Este mês vai piorar. Estão previstos apenas 960 voos; são somente 40% do que as empresas voavam antes de o coronavírus chegar.

As viagens têm dado mais incômodos aos consumidores. É o que indicam os registros na plataforma consumidor.gov, ferramenta da Secretaria Nacional do Consumidor.

Em janeiro e fevereiro deste ano foram 7.807 reclamações sobre viagens, turismo e hospedagem, aumento de 606% em relação ao mesmo período de 2020.

O maior número de queixas (1.801) busca indenizações/devoluções que deixaram de ser feitas por empresas contratadas.

O senador Jorginho Mello (PL-SC) apresentou projeto de lei para autorizar expressamente clubes de futebol a estampar marcas de bebidas alcoólicas em seus uniformes. O trecho seria incluído na Lei nº 9.294/96) que trata da propaganda desses líquidos. Para Jorginho, os times brasileiros estão perdendo a oportunidade de conseguir patrocínio de empresas de bebidas.

Na justificativa (?) o senador diz que o Conar erra ao recomendar que não se divulgue marcas de bebidas nas camisas, pois “a publicidade não deverá induzir ao consumo exagerado ou irresponsável”.

O Mercado Livre, um dos maiores sites de comércio eletrônico da América Latina, compilou informações sobre as tendências de consumo em 2020.

A categoria “Saúde” foi o grande destaque, registrando um aumento de 200% na quantidade de pedidos, quando comparada com 2019. O levantamento foi feito em parceria com o Mercado Ads.