Avião é forçado a retornar após a cabine ficar "mais barulhenta e muito fria" - Espaço Vital
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Avião é forçado a retornar após a cabine ficar "mais barulhenta e muito fria"

Imagem: foxbusiness.com
Avião é forçado a retornar após a cabine ficar "mais barulhenta e muito fria"


A culpa foi das lâmpadas

Um avião que viajava de Londres para Orlando (EUA) perdeu, nas alturas (a cerca de 4.300 m do solo), duas vidraças - o que forçou o comandante e o copiloto a retornarem à origem, depois que alguns passageiros e tripulantes perceberam que a cabine estava "mais barulhenta e fria". O caso ocorreu em outubro, mas a revelação do fato ocorreu somente na quarta-feira (8).

O incidente aconteceu em um voo fretado de um Airbus A-321 Neo, da Titan Airways. Ela dispõe de oito aeronaves e se dedica exclusivamente a voos charters. Onze tripulantes e apenas nove passageiros estavam a bordo da aeronave que teve esse incidente.

Um membro da tripulação também notou o aumento do ruído da cabine e observou que uma "vedação da janela estava batendo no fluxo de ar, e que a vidraça parecia ter caído".

O relatório da tripulação descreveu o barulho como "alto o suficiente para danificar a audição humana". Em seguida, o comandante e o copiloto tomaram a decisão de retornar ao Aeroporto de Stansted, em Londres.

No total, o voo ficou no ar por 36 minutos e, no trajeto de retorno, baixou para o nível de 448 metros, antes de pousar.

Em terra firme, a tripulação inspecionou a aeronave do lado de fora e notou que faltavam duas vidraças, enquanto uma terceira estava desalojada e torta.

A agência britânica de aviação encontrou um “culpado” interessante para o sumiço das vidraças: foram as luzes brilhantes e quentes usadas para uma sessão de filmagem envolvendo o avião, um dia antes do voo. As cenas eram para a realização de comerciais da empresa.

Segundo o relatório oficial, “as janelas sofreram danos térmicos e distorção, causados por várias lâmpadas que geraram temperaturas elevadas na área onde estavam as vidraças”. A exposição às luzes demasiadas tinha durado quatro horas e meia.


Advertência?

O Consulado da China, de São Paulo, enviou uma dura carta à Assembleia Legislativa paulista. Nela, pondera que o Parlamento estadual fecha o grupo e reconhece “uma só China”, ou...”as relações sino-brasileiras serão prejudicadas”.

A propósito: a diplomacia é a ciência que trata das relações entre Estados.


Ladrão de galinhas existe...

O STJ julgou um caso inusitado na tarde de terça-feira (7). Um homem foi julgado pelo furto de duas galinhas. O resultado do caso segue indefinido, pois houve empate de dois votos a favor e dois contra o provimento do recurso especial.

O caso repercutiu nas redes sociais, após o defensor público Flávio Wander - que defende o suspeito - ter compartilhado um trecho da sessão e também sua reação ao atuar no caso.

“Depois de 13 anos de Defensoria Pública, eu descobri que o folclórico ladrão de galinhas existe. E eu estava lá defendendo ele, num superior tribunal” - brincou.


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