Saiba quanto Jô Soares ganhou com a Bolsa de Valores - Espaço Vital
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Saiba quanto Jô Soares ganhou com a Bolsa de Valores

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Saiba quanto Jô Soares ganhou com a Bolsa de Valores


A Bolsa e a vida

Vem aí o lançamento, em março, de uma obra inédita escrita por Jô Soares, que morreu em 5 de agosto de 2022, aos 84 anos. Título: “A Bolsa e a vida” - que discorre sobre o mercado financeiro.

No posfácio, a jornalista Mara Luquet conta uma história que ouviu do incomparável comediante. Ele narrou que “a única vez que ganhei dinheiro na Bolsa de Valores foi quando gravei um comercial para ela”.

Fato real, e não é piada.


A boa vida de políticos

Dos 626 pré-candidatos  a prefeituras das 100 maiores cidades brasileiras, 413 já são detentores de mandatos eletivos. A pesquisa foi feita pela Novo Selo Comunicação.

Duas constatações. Primeira: os políticos tradicionais estão em alegre alvoroço. Segunda: a nova política acabou.


“As pessoas mais odiadas”

O Partido Novo negocia a filiação do advogado Sebastião Coelho, que ficou conhecido por desafiar ministros do STF durante o julgamento de um dos réus pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. A ideia é que ele dispute mandato de senador pelo Distrito Federal em 2026.

Coelho defendia Aécio Costa, um dos participantes da invasão ao Congresso. Em setembro do ano passado, na tribuna do Supremo, COELHO disse aos ministros, ao vivo, que eles eram “as pessoas mais odiadas do país”.


A queda da confiança

O Índice Nacional de Confiança (INC), elaborado pela PiniOn, por encomenda da Associação Comercial de São Paulo, alcançou em janeiro 105 pontos,
diminuindo 3,7% em relação a dezembro. E também baixando 2,8% relativamente ao mesmo mês de 2022. A sondagem foi realizada com uma amostra de 1.699 famílias, em nível nacional, residentes em capitais e cidades do interior.

Houve também queda da confiança em quase todas as regiões do País, com exceção do Norte; ali, o índice mostrou aumento. No recorte por classes
socioeconômicas, foi detectada “retração quase generalizada”, com exceção das famílias pertencentes às classes  D e E.


O janeiro mais quente

O planeta continua a bater recordes de aquecimento. O mês passado foi o janeiro de mais altas temperaturas já registradas na Terra. A informação, ontem (8), foi do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), que é a agência europeia do clima.

E, pela primeira vez, o mundo teve um período de 12 meses (fevereiro/23 a janeiro/24) com a temperatura média mais que 1,5° Celsius acima da do período pré-industrial. Este é usado como marco do início do aquecimento global.


Déficits crescentes

A dívida pública brasileira subiu no final de 2023. Dados divulgados pelo Banco Central mostram que a dívida bruta do governo ficou em R$ 8,079 trilhões em dezembro, o que representa 74,3% do PIB. Em novembro fora 73,8%.

Segundo o Banco Central, as contas do setor público consolidado (governo central, estados, municípios e estatais, com exceção de Petrobras e Eletrobras) acumularam um déficit primário (saldo negativo entre receitas e despesas, sem contar os juros da dívida) de R$ 249,124 bilhões em 2023. Tal equivale a 2,29% do PIB. Em 2022, o resultado fora positivo em R$ 125,994 bi.


Alugueis em alta

Os aluguéis residenciais subiram 4,34% em janeiro, após terem recuado 1,16% em dezembro. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar), divulgado ontem (8) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Ibre/FGV).

Com esse resultado, o índice acumulou a alta de 7,6% nos 12 meses encerrados em janeiro. No ano de 2023 esse avanço foi de 7,46%.


Lucro recuado

O Bradesco encerrou 2023 com lucro líquido de R$ 16,2 bilhões. O valor é 21,2% menor que o do ano anterior. O resultado foi pressionado pela inadimplência de empréstimos concedidos até meados do ano anterior, afetados pela alta da inflação e dos juros.

Para conter perdas, o banco freou as concessões em linhas de maior risco, o que impactou a expansão de receitas.


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