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Porto Alegre (RS), sexta-feira, 14 de agosto de 2020.

O direito de ficar calado



O Tribunal do Júri de Brasília condenou, na segunda-feira (4),  a oito anos de prisão um jovem homem acusado de - em 30 de janeiro do ano passado - esfaquear a companheira, após uma discussão em que ela o acusava de ter feito sexo com... outro rapaz!
 
Diante do juiz, o acusado repetiu o que talvez ele tenha aprendido ao ver Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres na tevê.
 
Quando o magistrado perguntou se "o senhor é gay", o réu apelou para o “direito constitucional de ficar calado”...


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