Ir para o conteúdo principal

Edição de terça-feira , 13 de agosto de 2019.

O juiz errou e admitiu, mas...



Imagem da Matéria

Torcedor do Atlético Mineiro não conseguiu indenização por erro de arbitragem. A 4ª Turma do STJ negou provimento a recurso do advogado Custódio Pereira Neto que, atuando em causa própria, reivindicou da CBF reparação por danos morais.
 
Ele se disse frustrado e abalado moralmente porque um erro crasso de arbitragem impediu-o de, lisamente, ver seu clube campeão da Copa do Brasil.
 
Segundo o atleticano, o juiz não marcou um pênalti claro, quase no final de uma partida contra o Botafogo, o que levou à eliminação do clube mineiro da Copa do Brasil de 2007.

A falta foi cometida pelo zagueiro botafoguense Alex, no atacante Tchô, do Atlético-MG, na partida de volta.

O primeiro jogo, no Mineirão, terminou 0 x 0, e o clube de Belo Horizonte se classificaria caso convertesse o pênalti; o jogo acabou 2 x 1 para a equipe carioca.

Não adiantou o próprio árbitro Carlos Eugênio Simon admitir o erro, em entrevista ao programa Globo Esporte,  da TV Globo, em 12 de maio de 2007.

"Eu não marquei o pênalti porque não tive a convicção clara da penalidade e a bola ainda sobrou para o companheiro do atacante, que errou na finalização. Agora, revendo pela televisão, eu vi que houve pênalti e errei", disse o atual comentarista de arbitragem da Fox Sports, à época.

O vídeo da entrevista foi entranhado nos autos.

Para o relator, ministro Luis Felipe Salomão,  “mesmo diante da ocorrência de erro manifesto da arbitragem, ainda que com potencial de influir decisivamente no resultado da partida, não sendo constatado dolo do árbitro, não é possível cogitar em responsabilidade civil da entidade responsável pela organização da competição”. (REsp nº 1296944).
 
RELEMBRE O LANCE EM QUE CARLOS SIMON ERROU


A PALAVRA DO LEITOR

Se você quiser comentar ou esclarecer alguma notícia, disponha deste espaço.
Sua manifestação será veiculada em nossa próxima edição.

Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

Um decreto presidencial derruba 323!

As normas são do período de 1918 até fevereiro de 2019, ao longo de 101 anos de República e deixarão de existir no próximo dia 17 de agosto.

Nova norma altera dispositivos das Lei das Sociedades Anônimas

Lei federal nº 13.818, ontem publicada, dispõe sobre as publicações obrigatórias e amplia para R$ 10 milhões o valor admitido de patrimônio líquido para que a sociedade anônima de capital fechado faça jus ao regime simplificado de publicidade de atos societários.

Arte de Camila Adamoli sobre fotos Visual Hunt e Camera Press

Programa Veículo Legal: ideia gaúcha para uma quitação às claras

 

Programa Veículo Legal: ideia gaúcha para uma quitação às claras

Começa a tramitação do projeto de autoria do deputado Sebastião Melo (MDB). O IPVA atrasado e as multas de trânsito poderão ser pagos, on line, via cartões de crédito e/ou débito, no momento da abordagem policial. Excluem-se os veículos envolvidos em ilícitos policiais e os com pendências judiciais. Leia a íntegra do projeto de lei.

Liminar suspende obrigatoriedade de bombeiros civis em shopping

A lei municipal - sancionada pelo prefeito Nelson Marchezan Júnior - estabelece como “obrigatória a contratação de equipes com profissionais habilitados para o combate a incêndio” em estabelecimentos com capacidade de lotação mínima de 400 pessoas, ou de mil pessoas, no caso de ´campi´ universitários.