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Edição de sexta-feira , 14 de junho de 2019.

OAB-RS cobra da Polícia Civil eficiência nas investigações sobre assassinato de advogado



Desde 13 de dezembro do ano passado, um dia após o assassinato do advogado Itomar Espíndola Dória, de 60 anos, que ocorreu (dia 12) no centro da cidade de Taquari (RS), a Polícia trabalha com a hipótese de que ele tenha sido morto por motivos relacionados à atividade profissional. Dória era conhecido no município e também na região por cuidar de causas trabalhistas, principalmente de empregados - e não de empregadores.

“É primordial a solução deste caso, pois o assassinato de um advogado representa uma afronta a toda a advocacia”, ressaltou o presidente da Ordem gaúcha, Ricardo Breier, ao falar sobre a morte de Dória, em reunião, na tarde da quarta-feira (7) com a chefe de polícia, delegada Nadine Anflor, no Palácio da Polícia Civil.

Acompanhado da presidente da Subseção de Taquari, advogada Maricel Lima, e do vice-presidente da seccional, Jorge Fara, o presidente da seccional gaúcha cobrou solução e lembrou a delegada que “o esclarecimento do assassinato é fundamental, pois o exercício do advogado, defensor da cidadania, não pode ser passível de violação com arbítrio, prepotência e violência de nenhum tipo",

A delegada Nadine pontuou: “O caso está em cima da minha mesa, podem ter certeza de que está entre as minhas prioridades”. Ela disse também “entender a visita dos senhores e reforço que estou em contato direto com a delegacia da região”.

Com mesa, ou sem mesa, passados 55 dias, não há pista alguma.


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