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Edição de sexta-feira , 14 de junho de 2019.
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Apito amigo salva o Inter, de novo! Já é rotina...



Arte de Camila Adamoli sobre reprodução do YouTube e foto Camera Press

Imagem da Matéria

Mais uma vez um escandaloso erro de arbitragem salvou o Internacional de um resultado negativo ou desconfortável. Ganhava de 1 x 0 do Juventude quando Cuesta deu um pontapé no atacante Brian, do Ju. Na frente do árbitro-promessa Vinicius Amaral.

O jovem árbitro, ainda um menino de 31 anos, exibindo - como grande parte dos árbitros - forte vigor físico (será que é regra para ser árbitro puxar ferro?), errou feio. Árbitros correm muito. Mas parece que, tecnicamente, ainda precisam aprender o dobro.

O pênalti foi tão ruidoso que até a CIA – Comentaristas Isentos de Arbitragem - sucursal da IVI - teve de reconhecer que foi penalidade. Já a Zero Hora falou em “pênalti ignorado”...

Incrível como eles sempre inventam um modo de colocar glacê. Tem gente que, envergonhado, nem falou no pênalti, como Diogo Olivier. Por que não disseram “Ju foi garfado?”

Vamos dar nomes aos bois e bois aos nomes, poxa.

A foto que está no frontispício da coluna - sim, Diori, pela foto também dá para ver que este foi pênalti, assim como o roubado contra o Veranópolis – mostra bem. Mas, aqui, talvez, para além da foto, o vídeo seja mais forte, mais impactante. Como é possível que o árbitro não marque?

Na verdade, o árbitro estava diante de um paradoxo: se ele acerta, erra, porque seria massacrado pela CIA e pela IVI; se ele erra, rala-se como Diego Real...

O problema da arbitragem gaúcha é que, olhando em volta, sobra pouco. Daronco não deu o escandaloso pênalti de Moledo. Vinicius não marcou o pênalti a favor do Ju. Vuaden não deu um claríssimo pênalti a favor do Grêmio contra o São Luiz (embora o Grêmio fosse vencer com folga de qualquer modo). Há pênaltis que influem; há pênaltis despiciendos. Os não-marcados contra o Inter definiriam os jogos. Esse é o busílis.

Vinicius, segundo Diori, é(ra) a grande promessa da arbitragem. Com medo da IVI, em um jogo importante para as pretensões do Inter, amarelou e “ignorou” (sic) o pênalti.

Um ponto contra o Veranópolis; dois ontem - isso dá três, que tirados dos dez, jogaria o Inter para a oitava posição, na beirada da classificação. Claro que o Inter classifica. Mas o que Vinicius e Daronco salvaram foi o simbólico.

Os pênaltis não assinalados valem mais pelo simbólico. Evitaram a crise. A IVI colocou o jogo contra o Veranópolis como decisão. Aí veio o apito amigo. A IVI dizia que o jogo contra o Ju era importantíssimo porque definia uma trajetória rumo a um equilíbrio. Estava difícil... e Vinicius ajudou. Bingo!

Para o Gre-Nal, só arbitragem de fora. Daqui não dá. Ou trazer um que apita a liga amadora. Só um outsider que não se deixe influenciar pelo tambor da IVI.

Ah, esqueci: isso de IVI não “ex-ziste”!

Só golaços – A vitória do Grêmio sobre o Avenida teve só golaços. Todos os seis. Para o deleite da torcida gremista, o Espaço Vital e o Jus Azul abrem, aqui, um link para ver o time cadenciando e goleando. (Desculpem pelo comercial inserido; é exigência do Youtube). Clique aqui.

Post scriptum (1) - Tardeli nem chegou e Justo Guerra já sabe o salário. Pois é. Justo o Justo Guerra, que nunca divulgou o salário de seu amigo D´Alessandro. Guerrinha nem disfarça. Torce contra, mesmo. Que feio. E faz comentário de jogo...do Grêmio. De novo, “isso de IVI não ‘ex-ziste’”! É produto da imaginação de gremistas prejudicados pela imprensa vermelha isenta.

Post scriptum (2) - Convido os leitores a me seguirem no Twitter Lenio Jus Azul - @streckgremio. E a fazerem sugestões também.


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