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Edição de terça-feira , 16 de julho de 2019.
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Quem lê o EV aqui tem a palavra!



· Henrique Júdice Magalhães, advogado, sobre “TRT- 4 confunde direito material com processual”.

“Manual básico de advocacia em tribunais no RS! O TRF-4, sem deixar de expressar suas idiossincrasias, mas contendo-as dentro de uma margem legítima de interpretação, aplica o direito vigente. A essa regra, há exceções, para o bem e para o mal. O TJRS é capaz de qualquer coisa - na maior parte dos casos, para o mal. E o TRT-4 também, inclusive de coisa pior. Como os três primeiros já me dão muito trabalho, não sei como são o TJM e o TER”.

· Estelamar M. C. Scheffer, advogada, sobre Justiça feita com proventos e penduricalhos”.

“Totalmente contra acabar com o exame da ordem. Quem vai fiscalizar estas faculdades que muito mal formam os bacharéis em Direito se não o Exame de Ordem? Este deve continuar”.

· Luizinho Miguel Balen, advogado, sobre “Julgado recente gera jurisprudência importante para o Direito Processual Civil.

“De grande importância o julgado, eis que a parte e os advogados, podem manejar embargos, também”.

· Alexandre Leão, servidor público, sobre o Jus VermelhoE s t a u t a ?!”...:

“Eu iria comentar que desde o tri da América não via os colorados sentirem tanto um fato! E que 35% do Estado do RS viraram analistas de estátua por foto! Que ao vivo, sem as luzes azuis do ambiente, ela é espetacular! Mas não vou, dado o desprezo de todos os gremistas a este texto do Jus Vermelha ! Li só para rir mesmo...

· Henrique Júdice Magalhães, advogado, sobre A sociedade precisa conhecer os bastidores do Judiciário”.

“Lúcido e corajoso artigo. Discordo, no entanto, da crítica ao quinto constitucional, necessário enquanto meio de prevenção ao embotamento corporativo dos tribunais. Pode-se questionar sua eficácia para tal fim e como melhorá-la, mas não sua necessidade. Se alguém quiser saber como seriam os tribunais sem o quinto, basta olhar para as turmas recursais dos juizados e tirar as devidas conclusões”.

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