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Edição de quinta-feira , 17 de outubro de 2019.
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“Só o Grêmio como mandante perdeu” – é a ´flauta” da IVI do centro!



Resumo: Pelo visto, Penharol e Universidad Catolica vão decidir o Brasileirão

Vários assuntos: o mais bizarro é a flauta da IVI do centro (lembrem-se: Isso de IVI não ec-xiste!). A manchete é a que está no título deste meu artigo semanal. E foi postada quando ainda faltavam dois jogos a serem disputados. Que tal? Isso de IVI não... deixa pra lá.

No resumo, fiz constar outra coisa. É o seguinte: como o Brasileirão parece atrapalhar a vida de muitos clubes, se por acaso estes se livrarem dos outros campeonatos mais importantes como Copa do Brasil e Libertadores, poderão disputar o menor (Brasileirão) com mais empenho e gosto.

Vejam: a princípio isso não serve (agora ainda) para o Grêmio. Domingo entrou com os titulares e quarta fará o mesmo. Claro: não há outros jogos “maiores” nesse período.

Mas serve para times como o Inter, que já entrou com reservas. E levou uma chinelada. Espero que a lição da derrota do Inter sirva de lição para os demais.

Essa é a síndrome dos grandes clubes brasileiros. Só acham relevante ganhar o Brasileirão se perdem as outras copas. Mas quando chegam nesse ponto do “dar-se” conta de que o Brasileirão é importante, já é tarde, porque muitos saem das “copas maiores” quando já não dá para recuperar os pontos atirados fora com times à meia boca que jogaram o Brasileirão.

Se o Penharol desclassificar o Flamengo, este será campeão do Brasil. Se o Palmeiras cair fora da Libertadores, virá forte para ser campeão. Se o Grêmio não passar pela Católica do Chile vem bem para conquistar um campeonato “menor” que já não vence há décadas.

Dizem que os fisiologistas já estão com as planilhas prontas. Os grandes times vivem paradoxos: quanto mais sucesso, mais sofrimento. Mais disputas, mais copas, mais os fisiologistas ganham terreno. Daí o seu imenso poder nos clubes e times da série A do Brasileirão. Que, aliás, é um pleonasmo dizer “Brasileirão série A”. Quem inventou “Brasileirão série B” foi a IVI (que não ec-xiste!), para flambar a ida do Inter para a segundona, o brasileirinho.

No mais, vivemos agora sob o império do VAR. Fico impressionado com a facilidade com que os comentaristas de VAR fazem suas “previsões sobre o passado”. E nem assim acertam. Esquecem que até o VAR tem de ser interpretado. Não fosse assim e os comentaristas e árbitros estariam desempregados.

Diori Vasconcelos é um poço de contradições. No pênalti marcado via VAR no Gre-Nal disse que a imagem não pode estar parada. E por isso o VAR errou. Bingo.

Pois é. No caso do impedimento do Cortez, domingo, somente se viu um peito projetado (as pernas estavam “legais”) com a imagem...exatamente parada. Ups.

Ah, mas Diori, da CIA, e Sandro Meira Ricci do dogmatismo pueril da arbitragem, viram claramente o impedimento. Ah, vão se afumentar. Não se pode ter dois pesos e duas medidas.

Em direito tem uma pegadinha: se a lei proíbe carregar cães na plataforma, alguém pode levar um urso? Diori e Sandro responderiam: sim, é claro. E chumbariam. Nota zero.


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