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Edição de terça-feira , 16 de julho de 2019.
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Internacional anti oportunismo



Além do elevado número de acessos e visualizações ao artigo que aqui publiquei na sexta passada, várias foram as manifestações encaminhadas por colorados contra o uso indevido da marca do Inter em manifestações políticas, partidárias e, ou, ideológicas.

Querem preservar o Internacional.

Fui convidado a participar de uma reunião que contou com a presença de inúmeros conselheiros do Internacional, sendo que vários ocuparam cargos importantes na administração do clube.

Por parte de todos há uma extrema preocupação com a eventual instrumentalização do Internacional para atender objetivos partidários

Recebi fotos que retratam outras manifestações políticas havidas, onde o nosso símbolo, que faz parte do patrimônio moral e econômico, também foi utilizado indevidamente ou de forma desviada da finalidade. Em uma das fotos, ao lado da faixa “ANTI FASCISTA”, é possível identificar um deputado federal do RS. Notoriamente um falastrão que tenta servir-se da popularidade do clube.

Atualmente, com a nova categoria social que tem preços reduzidos, estimo que com quarenta mil é possível manipular eleições e assumindo a direção levarem o Internacional ao desgaste.

Ao longo da nossa história, sempre contamos com associados ou conselheiros que exerceram mandato parlamentar. Talvez o maior exemplo, aquele de maior exposição, tenha sido o Ibsen Pinheiro. Mas há outros: Beto Albuquerque, Afonso Motta, Luiz Fernando Záchia e o saudoso Dallegrave. Jamais houve nessas campanhas o uso indevido da nossa marca.

Recolhi o sentimento de que o Internacional pela sua grandeza deve pairar sobre o fato político/ideológico e focar no futebol.

Somos mais de cinco milhões de torcedores, das mais variadas condições sociais, de variados níveis culturais e de escolaridade, e, geneticamente somos plurais, seja diante da questão racial ou de gênero.

Repito, a nossa união em torno do Internacional, decorre da paixão e não da razão. Essa multiplicidade sempre foi respeitada,

Há alguns anos um determinado grupo que participa da vida do Internacional tem insistido em forçar a violação desses limites.

Nitidamente pertencem a um mesmo bloco partidário.

As raras manifestações contrárias ao conteúdo do Jus Vermelha da semana passada não resistem a uma análise que fuja do comportamento fascista. Há ameaças veladas, mas o mais importante é a repetição de um comportamento autoritário e ao mesmo tempo infantil que divide o mundo em ´os nossos´ e ´os deles´. Como sempre, fundados em falsas premissas, estabelecem falsas contradições na tentativa de inibir aqueles que pensam diferentemente deles.

Há em algumas manifestações referência de que o Internacional é de todos, inclusive dos antifascistas. Afirmam que aqueles que pensam diferentemente, entendem-se donos do clube.

Será que acreditam nisso?

O uso limitado da marca e dos símbolos, encontra-se disciplinado pelo ordenamento jurídico interno e que servirá de suporte para a aplicação de sanções também previstas e exigíveis.

Precisam saber que o Internacional nasceu para incluir, para suplantar preconceitos e não para excluir.

Os colorados podem ser liberais, comunistas, socialistas, de direita ou de esquerda, enfim o que quiserem, desde que sejam colorados antes de tudo.


A PALAVRA DO LEITOR

Se você quiser comentar ou esclarecer alguma notícia, disponha deste espaço.
Sua manifestação será veiculada em nossa próxima edição.

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