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Edição de terça-feira , 22 de outubro de 2019.
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O fenômeno Flamengo



Reprodução Globo Esporte

Imagem da Matéria

O futebol carioca já viveu o seu apogeu. O Rio foi sem dúvida a capital brasileira do futebol. Além de um dos maiores estádios do mundo, lá estavam sediados os principais clubes. A simpatia pelos grandes contaminava o restante do país. As exceções: Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. No restante o time do coração era o Flamengo, ou o Botafogo, ou o Vasco.

Depois, vieram os grandes clubes paulistas, expandindo a sua preferência pelas demais regiões. Todos eles contam com torcidas imensas, realidade que teve início graças às transmissões radiofônicas dos jogos em ondas curtas.

A grandiosidade numérica não representou organização e estruturação. O que ocorreu nos clubes cariocas foi de chorar. A falta de seriedade dos dirigentes, a instrumentalização política e os desvios financeiros acarretaram uma verdadeira debacle. Ao mesmo tempo, clubes como o Internacional, São Paulo e Athlético Paranaense passaram a viver novos tempos. Finanças organizadas, bons estádios, pagamento em dia dos jogadores, etc. O Rio perdeu o seu protagonismo que, evidentemente, levou à escassez de títulos.

O Flamengo, estabeleceu no passado uma parceria com a Unimed. Como a Unimed Rio está praticamente quebrada, o Flamengo viveu um dos seus piores períodos. Mas o Flamengo que vemos agora parece ter acertado a mão. Contratou bons jogadores, trocou de técnico que está fazendo chover. Tem chances efetivas de ser o campeão brasileiro e finalista da Libertadores da América.

Fica a lição: a boa administração do clube tem reflexos no futebol - e o futebol permite que a administração colha resultados.

Nitidamente o Flamengo vem recuperando a hegemonia. Se isso continuar, é imprevisível o tamanho que pode assumir o clube carioca.

Sobre Flamengo x Internacional, na quarta-feira, apenas um comentário: foi pênalti no Guerrero e o nosso prejuízo foi grande.

Aguardemos os próximos jogos do Flamengo.


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