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Edição de terça-feira , 22 de outubro de 2019.
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“O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”...



Arte EV sobre foto de Marcos Ribolli

Imagem da Matéria

Assistam a este vídeo, logo abaixo. Entrevista com André Sanchez, presidente do Corinthians. Ele abre o bocão. Ironiza a tudo e a todos. Sarcasticamente, esculhamba com parte da imprensa. E com o establishment futebolístico.

Sanchez escancara o futebol como negócio. A Globo é quem manda. A Globo tira e bota. Faz horários. Diz quem deve jogar às 11 da manhã e às 19h30min de segundas-feiras.

Antigamente se gritava para a política: “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”. Bom, passou o tempo e o quadro continua o mesmo. O povo é bobo, o Jornal Nacional continua dizendo o que a realidade é, as novelas continuam ´estupitizando´ a malta e... os jogos continuam sendo, em dia de transmissão, perto da meia-noite, para que os trabalhadores não frequentarem os estádios.

É, o povo não é bobo...Quiá, quiá, quiá.

Passou o tempo e a hegemonia política (fazem e desfazem presidentes, governadores e quejandos) e chegaram no futebol. Mandam e desmandam. Claro, como diz André Sanchez, do Curintia: “Perguntem prá Globo”.

Ele insinua um monte de coisas. Bem nas entrelinhas, dá para até tirar a ilação de que existe manipulação de tabela e, quiçá, de escalação de árbitros. Vai ver que é por isso que determinados jogos sempre são apitados por gente que - mesmo que o VAR diga que é pênalti ou diga que não é pênalti - o árbitro tipo “Wagner” olha e...diz o contrário.

Claro. O VAR é assim: contra imagens só existe o argumento do árbitro. Ou, contra argumentos do árbitro...não há fatos ou imagens que possam mais.

Quiá, e mais um quiá. Ou um rá. Ou vários potássios (kk’s).

Como escrevi na semana passada no Jus Azul, falta um constrangimento ao instituto do VAR. Não adianta o comentarista ou os comentaristas de arbitragem só criticarem o VAR quando erra contra o seu time. Sim, os comentaristas “isentos” de arbitragem torcem. E muito. Diori é um bom exemplo do conceito de “isenção”.

Tudo isso é uma grande anedota, parece. Às vezes a gente se esquece e vem o André Sanchez e nos traz de volta à realidade. Sobrou até para a Rádio Gre-Nal na entrevista. E para os blogues. Essa parte da entrevista é muito sarcástica. Vejam e ´oiçam´ (é oiçam, mesmo) despacio.

 

Ø RECORDEM O JUS AZUL DA SEMANA PASSADA: A falta de constrangimento das falhas do VAR

De um André para outro André

O nosso André Balada, centro-avante do Grêmio.

Difícil. Renato talvez esteja testando a dialética dos fatos que não derrubam convicções. Ou seja: contra o fato de que André só paga mico em campo, a convicção de Renato vale muito mais.

Até quando, Catilina? Até quando?


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