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Edição de sexta-feira ,06 de dezembro de 2019.
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Proibido o lançamento de livro sobre a vida de Suzane von Richthofen



  “Assassina e manipuladora”

Decisão de antecipação de tutela, proferida pela juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté (SP), suspendeu o lançamento, a divulgação e a comercialização do livro “Suzane, assassina e manipuladora”. A decisão atende a pedido dos advogados da detenta.

O livro escrito pelo jornalista Ullisses Campbell. Ele disse ter pesquisado a vida de Suzane durante três anos. A produção é da Editora Matrix.

Ao deferir a proibição, a magistrada considerou que Suzane von Richthofen não foi entrevistada pelo autor e que a obra apresenta informações sigilosas do processo. A juíza também ponderou sobre o fato de “a obra não ser de interesse público” , admitindo que possa causar danos morais irreparáveis à reclamante. (Proc. nº 1001680-64.2019.8.26.0025).

  Alienação autorizada

A Editora Abril marcou para o dia 5 de dezembro um leilão para vender a marca Exame. A transação foi autorizada pelo juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.

O edital especifica que "o objeto da alienação é a UPI Exame, composta por bens, direitos e obrigações diretamente relacionados e necessários ao desenvolvimento das atividades econômicas para exploração da marca Exame".

A venda da marca Exame é uma das primeiras etapas do plano de recuperação judicial da empresa. Após, será vendido o prédio da Marginal Tietê e outros imóveis na região de Campos de Jordão (SP).

As dívidas relacionadas no pedido de recuperação somam R$ 1,6 bilhão. Em agosto do ano passado, a Abril anunciou o fechamento de diversas revistas e a demissão de 600 empregados.

Conforme o balanço de 2017 da Abril, o ano fechou com prejuízo operacional de R$ 368,3 milhões. Seus componentes foram: o pagamento das indenizações trabalhistas (R$ 23 milhões); a queda do ágio da marca Casa Cor, que custara R$ 45 milhões; o pagamento de dívidas tributárias (R$ 63 milhões) para entrar no programa de refinanciamento fiscal do governo federal. (Proc. nº 1084733-43.2018.8.26.0100).

  Reforma da reforma

Com a Medida Provisória nº 905/2019, o governo empurrou de volta ao Congresso uma mudança importante de Direito do Trabalho, que já havia sido rejeitada pelos parlamentares.

Conforme explicação de ofício-circular do último dia 18, originário da Secretaria da Previdência, os acidentes de trânsito ocorridos no trajeto até o trabalho não são mais considerados acidentes de trabalho. Assim, não são mais cobertos pelo INSS.


A PALAVRA DO LEITOR

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Sua manifestação será veiculada em nossa próxima edição.

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