Ir para o conteúdo principal

Porto Alegre (RS), terça-feira,
31 de março de 2020.
https://espacovital.com.br/images/leitores.jpg

Críticas à posição da OAB contra a PEC da Segunda Instância



www.BlogdoAFTM.com.br

Imagem da Matéria

A Página dos Leitores

 A propósito deConselho Federal da OAB unido contra a PEC da Segunda Instância”.

Ø Cícero Barcellos Ahrends, advogado: “É inadmissível e vergonhosa a posição do Conselho Federal da OAB. Aquela entidade necessita, urgentemente, de cabeças novas e iluminadas”.

Ø Luiz Victor Santos de Moraes, corretor de imóveis: “Esse posicionamento do CF-OAB é um absurdo! Seus integrantes não estão pensando na Nação (Brasil), mas somente nos interesses pessoais. Só corruptos, ladrões de colarinho branco e os grandes milionários, traficantes, é que podem pagar os interesses financeiros desses que se intitulam ´profissionais da advocacia´. Lamentável!”.

Ø Roberson Azambuja, advogado:Como sempre, o Conselho Federal da OAB não consultou os advogados a respeito de suas ´mobilizações´. Por certo, a grande maioria dos advogados não é contra a aprovação, pelo Congresso, da PEC da segunda instância em 2020. Os dois ex-presidentes (Marcus Vinicius Furtado Coêlho e Ophir Cavalcante) que se manifestam eloquentemente, em suas gestões jamais lutaram contra os reais problemas dos advogados, como a morosidade da Justiça, férias de juízes e promotores de 60 dias etc... Presidente nacional da OAB, eleito indiretamente por um pequeno colegiado, expõe e impõe sua vontade”.

Ø José Mario De Boni, advogado : “A negação da prisão em segunda instância é um absurdo, ainda mais sabendo-se que os tribunais superiores não dão conta da demanda, acarretando na maioria dos casos a extinção da punibilidade, favorecendo apenas os criminosos com alto poder aquisitivo e seus advogados regiamente pagos”.

Ø Róberson Azambuja, advogado: “Verdade é que a OAB nacional não pertence aos advogados. O presidente é eleito por um colegiado, como na época da ditadura militar e defende ideais próprios que não representam a maioria dos advogados brasileiros. A OAB, em respeito à sua história, deveria combater os privilégios existentes nos três Poderes em detrimento da população brasileira. Deveria enfrentar a morosidade do Poder Judiciário. Justiça tardia é meia justiça; e, meia justiça, não é justiça...”

 A propósito de “Futebol jurídico numa causa de R$ 15 milhões”.

Ø Sérgio Drebes, advogado: “Mais uma evidente demonstração da insegurança jurídica que permeia em nosso meio. Pelas informações veiculadas pelo Espaço Vital ficou claro que a data fixada no contrato está bem definida. Qual seria o fundamento jurídico para uma juíza entender que aquela data não vale? Enfim, de que servem os contratos? Será necessário submetê-los, de antemão, ao crivo de algum juiz de plantão?".

 A propósito de Está chegando a hora de o Grêmio se despedir de Renato.

Ø Rodrigo Christini, advogado: “Mesmo com erros o Renato ainda é o melhor treinador que tivemos na era recente. Enquanto puder mantê-lo, ele tem que ficar. Faltou um pouco de criatividade da direção ao não conseguir uma proposta irrecusável "da China" para o André. Não deveríamos ter buscado jogadores como o Galhardo, mas isso não é o fim do mundo. Apesar do fiasco ante o Flamengo, não dá para reclamar da temporada onde ganhamos o Gauchão e não perdemos nenhum Gre-Nal e nos classificamos para a Libertadores. Se sair o Renato, quem agradecerão serão os colorados”.

• A propósito de “Para um velho problema, uma velha solução: a privatização da execução.

Ø Rodrigo Severino, advogado: “A execução (ou o cumprimento de sentença) é a efetivação da jurisdição (jurisdicto, ou a ação de dizer o direito). O Estado concentra tal múnus por dois óbvios motivos: a) lucra com ele; b) não faculta ao cidadão os meus para buscar a satisfação. Quanto à vaticinada dificuldade em razão da Lei de Abuso de Autoridade, se não houver abuso não existe motivo para o julgador temer”.

• A propósito de Pesada condenação contra escritório em ação trabalhista movida por advogada.

Ø Abrahão Finkelstein, empresário:A Justiça do Trabalho é uma excrescência que vem punindo com rigor fanático e inquisitorial empresas e pessoas ao longo de sua triste existência”.

• A propósito de “Quatro perguntas sobre o mercado jurídico brasileiro”.

Ø Alceu Georgi, advogado:Entendo que pode ser utilizado para ´fundamentar´ ações, contestações e sentenças, porém, sou peremptoriamente contrário à utilização indiscriminada para elaboração de decisões impessoais. Já vivemos a ridícula situação do atendimento por estagiários, bem assim nos depararmos com sentenças primárias e inconsistentes, proferidas por neófitos. Agora, o uso de tecnologia para elaborar sentenças e acórdãos será o caos, pela total ausência de pessoalidade e atenção”.


A PALAVRA DO LEITOR

Se você quiser esclarecer, comentar, detalhar, solicitar correção e/ou acréscimo, etc. sobre alguma publicação feita pelo Espaço Vital, envie sua manifestação.

Mais artigos do autor

Reprodução de www.oab.org.br em 06.3.2020, às 8h30

CF-OAB oficialmente só publica o quanto arrecadou até setembro do ano passado

 

CF-OAB oficialmente só publica o quanto arrecadou até setembro do ano passado

 Já estamos no terceiro mês de 2020 e as contas oficiais publicadas estão com cinco meses de atraso.

• Opiniões de advogados sobre as comparações entre OAB (Brasil) e ABA (EUA).

 Leia o que dizem os advogados Léo Ricardo Petry, Taciana Martins Faria Neves, Eduardo Dorfman Aranovich, Simone Maria Serafini e o bacharel Nelson Carmo Pedro Gonzaga.

Arte EV

Os R$ 8,5 milhões da advocacia gaúcha que vão anualmente para o CF-OAB

 

Os R$ 8,5 milhões da advocacia gaúcha que vão anualmente para o CF-OAB

 Advogado Roberson Azambuja deplora que esse dinheiro é retirado de jovens profissionais da advocacia.

 Contador Peter H. Grunewald se diz impressionado com a vazão da dinheirama.

 Advogado Fernando Maciel Ramos diz que os colegas devem se negar a prestar serviços como dativos.

 Advogado Cicero Barcellos Ahrends elogia a 8ª Câmara Cível do TJRS.

 Advogados Jarbas Manoel da Silva e Luiz Carlos Kremer comentam sobre terrenos da União à beira-mar.

Arte de Camila Adamoli

Críticas da classe advocatícia sobre a utilização do CF-OAB para fins político-partidários

 

Críticas da classe advocatícia sobre a utilização do CF-OAB para fins político-partidários

· “O presidente nacional, eleito por um colegiado (nada democrático) não representa o entendimento da grande maioria dos advogados”.

· Considerações sobre a “farra das lagostas” e as “altas autoridades”.

· Advogado promete passar a mão no touro de New York, para tê-lo como símbolo da reação contra o CF-OAB.

· As instituições soltas, sem qualquer freio.

· Manifestações dos leitores Patricia Alovisi, Róberson Azambuja, Alceu Giorgi, João de Oliveira Menezes, Afonso Saraiva Moraes, Péricles Silva Monteiro, Plinio Paulo Bing, Leandro Esper Castro e Amilcar Ricardo Zabaletta.

Fotos de Iúri Barcellos /Agência Pública (E) e João Miranda / Vai Dá Pé.com.br (D)

   “Como reagiria um membro do Supremo se um familiar experimentasse situações inarráveis?”

 

“Como reagiria um membro do Supremo se um familiar experimentasse situações inarráveis?”

  E se um dia a máquina do tempo levar ministros do STF de volta ao Século 19...

 Muitos ´anjinhos´, graças a seus causídicos, empurram com a barriga os processos para as calendas, até prescrever.

 O ócio remunerado de 90 dias anuais no Judiciário.

 Manifestações dos advogados Cícero Barcellos Ahrends, Edgar Granatta, Paulo H. Mattos, Valdivino Jacobbo Baruffi e Rodrigo Borges Rodrigues. E do cientista político Bolívar Lamounier.

Uns podem alugar via Airbnb, outros não! Por que?

Manifestação de Monica Dutczak, a gaúcha que é recorrente no STJ no caso paradigmático do aplicativo de locação de imóveis. A opinião do procurador municipal João de Almeida Neto. E as tiradas de humor de um advogado e de um estagiário que estão penando na comarca de Ibirubá.

O juiz endividado com o Banrisul

Em Ibirubá só se fala nisso. Inclusive que o magistrado ganha 9,5 vezes o que um trabalhador gaúcho recebe em média por mês. A Subseção local da OAB não se manifestará, e espera a iniciativa da OAB-RS. Em 30 e-mails, advogados, estagiários e até um contador fazem considerações. E há quem lembre que juiz gaúcho não ganha, de presente, “lagostas oficiais supremas”.