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Porto Alegre (RS), terça-feira, 30 de junho de 2020.
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Críticas à posição da OAB contra a PEC da Segunda Instância



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A Página dos Leitores

 A propósito deConselho Federal da OAB unido contra a PEC da Segunda Instância”.

Ø Cícero Barcellos Ahrends, advogado: “É inadmissível e vergonhosa a posição do Conselho Federal da OAB. Aquela entidade necessita, urgentemente, de cabeças novas e iluminadas”.

Ø Luiz Victor Santos de Moraes, corretor de imóveis: “Esse posicionamento do CF-OAB é um absurdo! Seus integrantes não estão pensando na Nação (Brasil), mas somente nos interesses pessoais. Só corruptos, ladrões de colarinho branco e os grandes milionários, traficantes, é que podem pagar os interesses financeiros desses que se intitulam ´profissionais da advocacia´. Lamentável!”.

Ø Roberson Azambuja, advogado:Como sempre, o Conselho Federal da OAB não consultou os advogados a respeito de suas ´mobilizações´. Por certo, a grande maioria dos advogados não é contra a aprovação, pelo Congresso, da PEC da segunda instância em 2020. Os dois ex-presidentes (Marcus Vinicius Furtado Coêlho e Ophir Cavalcante) que se manifestam eloquentemente, em suas gestões jamais lutaram contra os reais problemas dos advogados, como a morosidade da Justiça, férias de juízes e promotores de 60 dias etc... Presidente nacional da OAB, eleito indiretamente por um pequeno colegiado, expõe e impõe sua vontade”.

Ø José Mario De Boni, advogado : “A negação da prisão em segunda instância é um absurdo, ainda mais sabendo-se que os tribunais superiores não dão conta da demanda, acarretando na maioria dos casos a extinção da punibilidade, favorecendo apenas os criminosos com alto poder aquisitivo e seus advogados regiamente pagos”.

Ø Róberson Azambuja, advogado: “Verdade é que a OAB nacional não pertence aos advogados. O presidente é eleito por um colegiado, como na época da ditadura militar e defende ideais próprios que não representam a maioria dos advogados brasileiros. A OAB, em respeito à sua história, deveria combater os privilégios existentes nos três Poderes em detrimento da população brasileira. Deveria enfrentar a morosidade do Poder Judiciário. Justiça tardia é meia justiça; e, meia justiça, não é justiça...”

 A propósito de “Futebol jurídico numa causa de R$ 15 milhões”.

Ø Sérgio Drebes, advogado: “Mais uma evidente demonstração da insegurança jurídica que permeia em nosso meio. Pelas informações veiculadas pelo Espaço Vital ficou claro que a data fixada no contrato está bem definida. Qual seria o fundamento jurídico para uma juíza entender que aquela data não vale? Enfim, de que servem os contratos? Será necessário submetê-los, de antemão, ao crivo de algum juiz de plantão?".

 A propósito de Está chegando a hora de o Grêmio se despedir de Renato.

Ø Rodrigo Christini, advogado: “Mesmo com erros o Renato ainda é o melhor treinador que tivemos na era recente. Enquanto puder mantê-lo, ele tem que ficar. Faltou um pouco de criatividade da direção ao não conseguir uma proposta irrecusável "da China" para o André. Não deveríamos ter buscado jogadores como o Galhardo, mas isso não é o fim do mundo. Apesar do fiasco ante o Flamengo, não dá para reclamar da temporada onde ganhamos o Gauchão e não perdemos nenhum Gre-Nal e nos classificamos para a Libertadores. Se sair o Renato, quem agradecerão serão os colorados”.

• A propósito de “Para um velho problema, uma velha solução: a privatização da execução.

Ø Rodrigo Severino, advogado: “A execução (ou o cumprimento de sentença) é a efetivação da jurisdição (jurisdicto, ou a ação de dizer o direito). O Estado concentra tal múnus por dois óbvios motivos: a) lucra com ele; b) não faculta ao cidadão os meus para buscar a satisfação. Quanto à vaticinada dificuldade em razão da Lei de Abuso de Autoridade, se não houver abuso não existe motivo para o julgador temer”.

• A propósito de Pesada condenação contra escritório em ação trabalhista movida por advogada.

Ø Abrahão Finkelstein, empresário:A Justiça do Trabalho é uma excrescência que vem punindo com rigor fanático e inquisitorial empresas e pessoas ao longo de sua triste existência”.

• A propósito de “Quatro perguntas sobre o mercado jurídico brasileiro”.

Ø Alceu Georgi, advogado:Entendo que pode ser utilizado para ´fundamentar´ ações, contestações e sentenças, porém, sou peremptoriamente contrário à utilização indiscriminada para elaboração de decisões impessoais. Já vivemos a ridícula situação do atendimento por estagiários, bem assim nos depararmos com sentenças primárias e inconsistentes, proferidas por neófitos. Agora, o uso de tecnologia para elaborar sentenças e acórdãos será o caos, pela total ausência de pessoalidade e atenção”.


A PALAVRA DO LEITOR

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