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Porto Alegre (RS), terça-feira,
31 de março de 2020.
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Críticas da classe advocatícia sobre a utilização do CF-OAB para fins político-partidários



Arte de Camila Adamoli

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A Página dos Leitores

 Ø Sobre “A utilização da OAB para fins político-partidários”.

 · Patricia Alovisi, advogada: “Parabéns, Dr. Itamar Basso pelo posicionamento, pois se o Conselho Federal e os presidentes das seccionais não agirem perderemos o que conquistamos em duras e longas batalhas”.

 · Róberson Azambuja, advogado: “Excelente manifestação do conselheiro Itamar Basso. Medidas para impedir a utilização da OAB para fins políticos-partidários devem ser tomadas com urgência, mormente quando o presidente nacional, eleito por um colegiado (nada democrático) não representa o entendimento da grande maioria dos advogados”.

 · Alceu Georgi, advogado: “O colega Itamar Basso e todos os que se opuserem à conduta imoral e deselegante do atual presidente do CF-OAB, tem o meu irrestrito apoio. E, inclusive, autorização para usar o meu nome para desautorizar Felipe Santa Cruz a agir em nome da OAB. Afinal, ele não foi eleito por nós, e portanto, não detém legitimidade para agir e falar em nosso nome”.

 · João de Oliveira Menezes, advogado: “De fato, o comportamento político do presidente da OAB nacional fica distante completamente das finalidades da entidade, outrora respeitada por sua lisura e independência. Torna-se urgente uma revisão no comportamento de tal presidente, sob pena de levar ao descrédito público a magnitude da OAB. O que se vê nas redes sociais é uma grande decepção com a Ordem, por conta da posição política indevida e no lugar errado. Principalmente quando Felipe Santa Cruz diz que ´eleitores de Bolsonaro não tem caráter´".

 · Afonso Saraiva Moraes, advogado: “Devemos cobrar a postura dos conselheiros federais eleitos pelos advogados do RS. Aliás, quem são eles?” (Nota do editor: a nominata está disponível no saite da OAB/RS. Clique aqui.

 · Péricles Silva Monteiro, advogado: “Sou atuante no Estado do Paraná, e ainda não vi nenhuma iniciativa do Conselho Seccional do meu Estado para opor-se ao atual presidente nacional – eleito indiretamente por 80 votos de um ilegítimo colegiado arranjado de 81 nomes (só o Dr. Felipe não votou nele próprio para não ficar vergonhoso). Vamos ficar de olho no Conselho Federal em 2020!”.

 Ø Sobre a farra das lagostas no STF e as “altas autoridades”.

 · Plinio Paulo Bing, (88 de idade – OAB-RS nº 2.128) - “O bom humor, ocultando as almas opostas, situadas no objeto: ‘altas e baixas autoridades’, é requinte que nas circunstâncias fáticas ocorridas, na esfera do ‘justo’, origem da ‘Justiça’, que num simples enunciar, dentro de um sentido polissêmico – leva na certa se pensar, que, o agora sim, se está tranquilo, e na direção que leva a uma ‘excelência’ que muitos, seja-se justo, merecem.

Outros, em cortes relevantes, são oportunistas, tanto quanto, punguista que em rápida análise, vê seu objeto de punga descuidado, e punga. Talvez, se acontecer nova aguardada decisão da Corte Maior, permitir que qualquer cidadão possa ser ‘candidato’, sem ter vinculação partidária, seja esta, a maior saída democrática de todos os tempos, para o eleitor, no que sequer Rousseau lembrou.

Livre das oportunísticas exigências partidárias, todos com feudos, sem ideologias próprias, para quase 40 Partidos, com o voto distrital, a pesca de votos em todo o Estado, aonde não são conhecidos, será difícil por que a tendência de votar em quem não se conhece, tende a desaparecer. Talvez assim, cessem as ‘maiorias’, por que conhecidos na ‘distrito’, talvez cessem as sangrias do dinheiro público”.

 Ø Sobre “Charging Bull, o touro de New York”.

 · Leandro Esper Castro, advogado: “Muito boa – para conhecimento como cidadão, mas triste para a maneira como estamos financiando o CF-OAB - a notícia sobre os milhões que ali ingressam. Primorosa a comparação com o touro de NYC. Vou viajar aos EUA na próxima semana e, logo que passar o frio, vou passar a mão nele para que, como símbolo, enos ajude no impeachment desse presidente - que endoidou de vez – e não representa a expressiva maioria da honrada classe advocatícia brasileira. Avante colegas gaúchos”.

 Ø Sobre “Papai Noel chegou antes no TJ de Pernambuco”.

 Amílcar Ricardo Zabaletta, bacharel em Direito: “Que barbaridade! As instituições estão soltas, sem qualquer freio. Ministros cruzando os céus com jatinhos da FAB e ganhando diárias. Salários milionários enriquecidos com penduricalhos descontrolados, mas interesseiros. Procuradorias com gratificações extras por terem que trabalhar. Tribunais, Ministério Público e outros distribuindo benesses jamais pensadas. Que vergonha!”


A PALAVRA DO LEITOR

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