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Porto Alegre (RS), terça-feira, 14 de julho de 2020.
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Descoberto o paciente zero da pandemia “Corona-IVI”



Imagens Google - Foto: Deutsche Welle - Edição: Espaço Vital

Imagem da Matéria

Daison Santana e Ricardo Wortmann são os deliveries do Jus Azul. Fazem entregas semanais. No meio do Covid 19, enviaram-me uma preciosidade, que eu considero o paciente zero da pandemia IVI de sempre.

Já explicarei. Toda epidemia ou pandemia tem um paciente zero. De onde tudo começou. Seguindo o DNA, faz-se uma arqueologia. Busca-se o início.

É evidente que é difícil achar o paciente zero, eis que a IVI existe desde a década de 40 do século passado.

Todavia, a manchete do Diário de Notícias do ano de 1969 é reveladora. Lembram da manchete bem recente que fazia trocadilho com o Moledo? Deu Mole. Do.

Pois o Grêmio ganhou do Flamengo de Caxias do Sul, naquele ano, por 2x0, com dois gols de falta. Manchete da IVI de então, mostrando as vísceras do vírus do isentismo ludopédico: “GREMIO VENCE FLA COM DOIS GOLS SEM BARREIRA”.

Sim, trocadilho infame com o nome do goleiro do Flamengo. Seu nome? Moledo, quer dizer Barreira. Em nome do clubismo disfarçado de “isentismo”, a IVI destruiu a carreira do goleiro Barreira. Simples assim.

Eis o paciente zero da pandemia do isentismo. Essa manchete vale por todas as notícias já publicadas. Digamos que seja a “grundlegenden neuigkeiten“, a manchete fundamental. A mãe de todas as notícias. O fundamento de validade, a norma fundamental (grundnorm) de toda a imprensa “isenta“. Um fundamento hipotético-dedutivo que dá “validade“ ao “SISTEMA-IVI“.

O resto todos já sabem. “Isso de IVI não ec-xiste”. É fruto de sua imaginação. IVI é algo que põem na sua cabeça...se me entendem a ironia.

Um estande atrás...

No mais, segue a inveja de alguns texanos-gaúchos dos comentaristas e repórteres que mandam notícias tendo um estande de livros atrás de si.

Fazem ironias, dizendo que os livros são fake e que isso é migué. Bom, quem diz isso deve, por certo, ter escrito muitos livros ou deve ser intelectual reconhecido em alguma área. Caso contrário, o diagnóstico é: inveja. Donde se conclui que o bom mesmo é não possuir livros.

Post scriptum

O Texas avança. Aviso: nem todo texano é ivista. Mas todo ivista é texano.


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Foto: Creative Commons

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