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Porto Alegre (RS),sexta-feira, 29 de maio de 2020.
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Controvérsias sobre o cafezinho gratuito (ou embutido nas anuidades) nas salas da OAB-RS



Imagem meramente ilustrativa - Foto Visual Hunt - Edição EV

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> Sobre ´Pago a anuidade da OAB apenas pelo cafezinho´

“Engraçado que os ´bambambans´, mesmo com a crise estão super bem financeiramente. Olhando as redes sociais deles eu me sinto tão pobre... Fazem lives de rock e não lives explicativas sobre a nossa situação. Que caminho seguir? Eu aproveito a pandemia para fazer um curso on line de malabares nos semáforos. Sim, após 20 anos de advocacia, mudarei meu ramo. Se me encontrarem em algum semáforo, em Bento Gonçalves, por favor não me neguem a moedinha para o cafezinho. Me habituei com este mimo que a OAB sempre me deu...”
(ass). Simone Maria Serafini, advogada (OAB-RS nº 32.072).

“Cumprimentos ao sempre presidente Felipe (Subseção de Bento Gonçalves), companheiro de Ordem, lúcido e combativo! São pessoas e opiniões como a sua de que precisamos, para cada vez mais, trazer os colegas advogados efetivamente para dentro de nossa corporação, a fim de que conheçam nossas lutas e angústias, na defesa da classe. Parabéns pelo posicionamento”. (ass.) Fábio Scherer de Moura, advogado (OAB-RS nº 26.106) e conselheiro seccional da OAB-RS.

“No artigo do ex-presidente da Subseção de Bento Gonçalves, todos os serviços listados, exceto as notas de expediente, são cobrados pela OAB e subseções. Então a teoria do cafezinho não se mantém”. (ass.) Marcelo Vilani, advogado (OAB/RS nº 48.897).

“Lamentável - além do valor que pagamos como anuidade - é ser advogado e pertencer a uma entidade (a OAB nacional), cujo presidente não tenho o direito de eleger diretamente, além de ser ele militante político de esquerda, usando a nossa corporação para fins ideológicos. Quando vamos eleger diretamente o presidente nacional? (ass). Peter Andersen Cavalcanti, advogado".

“Com efeito: o café é muito bom mesmo! Mas os serviços também! Salas, comodidades, intimações, atualização na profissão, a defesa do exercício profissional, serviço médico e muitas outras. Sim, acho cara a anuidade, mas não abrirei mão da credencial de advogada, embora pouco atue”. (ass). Vera Maria Vargas Ferreira, advogada (OAB-RS nº 45.978).

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Ø Sobre “O que dizem os advogados que foram suspensos cautelarmente pela OAB-RS

“A quem eles querem subestimar? Ora, assumam a responsabilidade por seus atos”.(ass.) Antonio Rafael Wiezzer, autônomo.

Ø Sobre “O processo zumbi de uma causa gaúcha que levou 63 anos para terminar”

“Esse senhor mencionado na notícia é meu avô, e desconhecemos qualquer tipo de tentativa de contato da Folha de São Paulo. Mas foi muito bom saber, pelo Espaço Vital, que ele faz parte da história”. (ass.) Evandro Menezes, frentista.

Ø Sobre “Cardápios para não botar defeito nas recepções do Forte de Copacabana”

“Nenhuma época justifica absurdas despesas para sofisticado cardápio, enquanto pagas com dinheiro público, num país com milhões de brasileiros desempregados, passando fome e morando nas ruas”.(ass). Heloísa Barbagli, advogada (OAB/RS nº 51.246).

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Ø Sobre “O processo sigiloso do ano”

“Que vergonha, Dona Rosa”...(ass). Teresinha Grando Cavalcanti, advogada (OAB/RS nº 21.720).

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Ø Sobre “Adeus, Tobias Colorado!”

Os animais são como parte da família. Tem sua personalidade e um carinho e amor imenso. Apenas olhando para meu cachorro, o Alvará, eu tenho certeza que ele está pensando. Grande abraço. Perdemos um grande colorado”.(ass.) Juliano Tonello, advogado (OAB/RS nº 51.445)

Leio o Espaço Vital há anos, mas raramente faço comentários. O texto sobre o Tobias, contudo, como se dizia na Segunda Guerra Mundial, foi um torpedo na casa das máquinas. Espelha o que penso sobre animais de estimação, notadamente, cachorros. Há cerca de quatro meses perdi uma ´filha peluda´, Shitzu, de nome Hanna. Foi um direto do Mike Tyson no meu emocional. Havia jurado, com a perda do Toppy, cocker ppaniel, não sofrer mais, mas não resisti aos apelos de minha filha e busquei a Hannah. Eles são fantásticos”.(ass.) Cícero Barcellos Ahrends, advogado (OAB/RS nº 19.581).

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Ø Sobre “O risco à permanência e disponibilização dos serviços oferecidos à advocacia

“OAB independente? Que piada! Um organismo retrógrado, antigo, vetusto, ultrapassado, rançoso, mofado, empoeirado, etc. Sua diretoria se engrandece de discursos vazios e aplausos falso ou só protocolares. Só falta a aprovação da PEC nº 108/2019, e aí a OAB vai ter que mostrar o que não fez até agora: SERVIÇO! Temos a pior diretoria nacional em todos os tempos, com ZERO de preocupação com o advogado. É preciso modernizar a OAB, trazer a eficiência e boa gestão, o que a maioria não tem ou faz”.(ass.) Eliel Karkles, advogado (OAB/SC nº 8.901).

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Ø Sobre “Um alívio aos milhares de empresários do setor do turismo e entretenimento”

Muito boa a matéria do Dr.Miguel Antônio Holdefer. Parabéns!”(ass.) Paulo Gusmão, agente de viagens.

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Ø Sobre “A extinção do voto de qualidade no CARF”

“ De fato, em relação à quantidade de processos, aqueles decididos com "voto de qualidade", até então prerrogativa da Fazenda Nacional, não tinham grande representatividade. Contudo, em relação ao valor dos autos de infração em discussão, eram os processos mais relevantes, ou seja, os das grandes empresas, os grandes planejamentos tributários, os frutos de crimes fiscais, etc. Resumindo, o andar de baixo vai continuar pagando os impostos e o andar de cima arranjou mais uma forma de se livrar”.(ass.) Paulo Elias da Silva Filho, contador

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Ø Sobre “Arquivamento de representação contra juíza envolvida em acidente de trânsito”

“Bem interessantes os argumentos que fundamentaram o arquivamento, e que inclusive colidem frontalmente com o atual entendimento do mesmo TJRS a respeito da matéria. Em havendo a recusa ao bafômetro e sem a utilização de qualquer outra forma legalmente prevista de aferição da direção sob a influência de álcool (exame clínico, por ex.), já vêm se decidindo pela validade da autuação, o que dizer neste caso... Guardarei estas informações para anexar em novos processos...”(ass.) Róger Erani Kebach, advogado (OAB/RS nº 83.516).

É curioso o parecer ministerial. Afirma que não pode comprovar o estado de alcoolemia da magistrada, porque ausente perícia. Mas, por outro lado - também ausente a perícia - afirma que o estado de tontura e os olhos avermelhados da magistrada podem ter decorrido do vazamento de pó químico dos airbags enquanto choque frontal”. Legal... Este é o país miserável que vivemos. Se fosse qualquer cidadão do povo a prova testemunhal colhida imediatamente ao acidente não poria dúvidas quanto ao estado de embriaguez”.(ass.) Gilberto Guimarães, advogado (OAB/PA nº 20266).

“Corporativismo explicito, vergonha”.(ass.) Douglas de Morais Garcez, médico

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Ø Sobre “Por que não há mais cobradores de faltas?”

Faz tempo que me pergunto isso, desde o Anderson Lima, que saiu em 2003 (se não me engano), o Grêmio não tem um batedor de faltas daqueles para quem "falta na frente da área é meio gol", nem pênalti é mais treinado. Atualmente, o pênalti se tornou um problema no Grêmio, ninguém quer bater. Não sei a estatística, mas avalio que ano passado pelo menos 1/3 dos pênaltis a favor do Grêmio foram desperdiçados nos últimos meses”.(ass.) Matheus Kolling de Lima, bancário.

“Assim como as cobranças de faltas, também não se treinam mais os chutes de fora da área, cruzamentos, escanteios, nem exercícios de cabeceios defensivos e ofensivos. Houve um tempo em que zagueiros usavam a forca, hoje, tudo é proibido pelos fisiatras...”(ass.) Milton Porto, advogado (OAB/RS nº 55.211).

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Ø Sobre “A inconstitucionalidade na suspensão, pela OAB, de advogados inadimplentes”

“Já era hora de dar esse basta. Dificuldade econômica de advogado com a morosidade da Justiça (ao que parece de desconhecimento da OAB, pois não vejo manifestações concretas dela contra a lentidão jurisdicional) é ausência de recursos e jamais falta de ética. Além disso, os valores de preciosas anuidades de jovens advogados iniciantes são remetidos para a OAB Federal para gastos de um presidente não eleito de forma direta e que gasta milhões e milhões de reais para defender seus ideais pessoais”. (ass.) Eliel Karkles, advogado (OAB/SC nº 8.901).


A PALAVRA DO LEITOR

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