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Porto Alegre (RS), sexta-feira, 23 de outubro de 2020.
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O Gre-Nal dos desesperados



Imagem EV propositalmente invertida.

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As causas não são as mesmas, mas o certo é que a água está batendo no nariz dos dois técnicos. O do rival da próxima quarta, porque insiste em não reconhecer a realidade: o seu time não é mais o que foi. Em suas entrevistas, ele repete uma cantilena que não convence a sua torcida ou, o que é pior, a que testemunha as sucessivas derrotas do tricolor. No domingo, graças à falta de humidade no jogo, deu espaço ao adversário e quase amargou mais uma.

Já o Internacional que contratou um novo técnico para mudar o retranquismo então reinante, apostou no Coudet como

caminho para a adoção de um jeito de jogar, atualizado e eficiente. Se é, ou não, atualizado jogar como se joga futsal, eu não sei.  Mas não é eficiente, pois os resultados em campo se assemelham a um eletrocardiograma de alguém prestes a enfartar.

Não estou falando de jogar bonito ou não; estou sendo pragmático. Em primeiro na tabela de classificação não podíamos

perder. Pois bem, perdemos, deixamos passar oportunidades valiosas. Como sempre, temos uma atávica vocação para reanimar mortos.

         Pois bem, vem aí um Gre-Nal de Libertadores. Será o Gre-Nal dos desesperados, vermelhos e/ou azuis.

         Na Libertadores o Internacional também lidera o seu grupo, precisando manter-se assim, pois algum título somos obrigados a ganhar. Decaímos em nossa força hegemônica local. Há muito não ganhamos o confronto máximo gaúcho e eles vêm se aproximando ao nosso números de títulos estaduais.

         Nem a direção, nem o treinador e nem os jogadores têm o direito de não tentar  ganhar o Gre-Nal.  Mas é tentar suando sangue, obstinadamente disputando até o cara ou coroa inicial.

         Os gringos no Internacional sabem muito bem o que significa Gre-Nal: Boca X River, ou Peñarol X Nacional.

         O Internacional tem a oportunidade de dar um alento ao seu torcedor que está em jejum – ganhar ou ganhar o clássico. Essa deve ser a fixação desde o presidente do clube até o roupeiro.

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