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Porto Alegre (RS), sexta-feira, 27 de novembro de 2020.
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O Juízo Final no Internacional



Arte EV sobre imagem Notibras

Imagem da Matéria

De janeiro de 2017 a novembro de 2020, foram contratados os seguintes jogadores pelo Internacional:

2017 – Roberson; Neris; Klaus; Alemão; Uendel; Carlinhos; Carlos; Cuesta; Potker; F. Gutiérrez; Edenilson; M. Cirino; Damião; Camilo. 

2018 - Roger; Gabriel Dias; Patrick; Ruan; Dudu; Nonato; Welington Silva; Zé Aldo; Moledo; Rossi; Zeca; Fabiano; Lucca; Rithely; J. Álvez; Guerrero; Sarrafiore; Emerson.

2019 – Neilton; G.Parede; Sóbis; Bruno; Lindoso; Galdezani; Tréllez; Natanael; Bruno Silva.

2020 – Musto; Rodinei; Galhardo; M. Guilherme; Moisés; Boschilia; Gustavo; Saravia; M. Jussa; Yuri Alberto; L. Ribeiro; Abel Hernández; L. Fernández e Maurício.

No total 55 jogadores; destes, apenas nove deram certo. Foram gastos, sem contar os salários, R$ 45,6 milhões do orçamento colorado. Nesta avaliação foram considerados neutros aqueles que ainda estão vinculados ao clube e podem em tese, mudar o rendimento.

Além disso são investidos milhões em profissionais de futebol, assessorias técnicas e equipamentos de avaliação. Até hoje, pelo vestiário passaram dois vice-presidentes de futebol. Um (Roberto Melo) quase estável, pois sem ganhar um título sequer, foi mantido por um período e meio de gestão, alçando-se à época candidato à sucessão presidencial.

O outro (Alessandro Barcellos) que permaneceu por quase um ano, é considerado um expert no planejamento administrativo. No seu período acumulou vergonhosas derrotas em Gre-Nais, contrabandeando a política para o vestiário, com os efeitos deletérios sentidos agora. É cotado como virtual presidente do Internacional, pois como candidato submeter-se-á ao julgamento do Conselho Deliberativo no próximo dia 26 e, passando, ao julgamento pelos sócios.

É uma espécie de juízo final determinante do futuro que desejamos ao nosso Internacional. Aquilo que vivemos hoje tem responsáveis que não podem ser anistiados pela decisão do Conselho Deliberativo. Todos nós, conselheiros, temos a responsabilidade de representar os sócios e não temos o direito de esquecer que eles esperam isto de nós.

A hora de julgar, de cobrar responsabilidades e de construir um futuro diferente – melhor – será no dia 26 de novembro quando apenas dois candidatos passarão no Conselho para a fase seguinte da eleição.

A realidade é a verdade que se impõe aos projetos fantasiosos, jamais praticados quando eles estiveram no comando. Não há o canto da sereia, há causas determinantes do por vir.

Fica a pergunta:  e se o Conselho não tivesse escolhido o Vitório Píffero?

É hora de prestar contas daquilo que cada um de nós fez pelo glorioso Sport Club Internacional!


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