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Porto Alegre, sexta-feira, 14 de maio de 2021.
(Próxima edição: terça-feira, 18).
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Sobre “Uma receita de miojo picante que não comoveu Alexandre de Moraes”, etc.



nissin.com.br

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Sobre “Roberto Jefferson pagará indenização de R$ 50 mil a Alexandre de Moraes”

  • “ Cada um emite a sua própria opinião; cabe ao Judiciário se manifestar quando se verifica que o informado pode ter algum fundamento, - já que Alexandre foi um dos proprietários do escritório, mas se afastando não deixou de ter contato, pois é companheiro da proprietária, continuam dormindo juntos. Será que não comentam nada sobre os processos? Lembrei da expressão "Me engana que eu gosto", aí está explicito que cabe uma investigação apurada. Não cabe corporativismo, cabe apurar e tomar as providências legais”.

(ass.) Juarez Onofre Venning, advogado.

Sobre “Uma receita de miojo picante que não comoveu Alexandre de Moraes”

  • “Desde quando ministros leem petições? Ainda mais se for de um simples mortal. Nem os ministros e nem assessores leem. Eles juntam decisões padrões que podem ser coladas em qualquer processo, basta copiar, acima, o nome das partes e o número do processo, que o sistema faz sozinho. Isso seguramente NÃO é justiça!”

(ass.) Eliel Karkles, advogado.

 

Sobre “Pai Tadeu, que torna os juízes bonzinhos”...

  • “O caso de “Pai Tadeu” me lembrou de um caso no Judiciário Gaúcho, quando as varas cíveis e de família ficavam ali na Siqueira Campos. Um advogado constitucionalista - na minha avaliação um grande na sua especialidade - escreveu a frase "Eu sou um juiz “ca...hão" e exigiu que o juiz assinasse embaixo e apusesse seu carimbo. Isso, com um tresoitão na cabeça do magistrado. Com a assinatura, o advogado xerocou e distribuiu na escadaria do prédio. Foi o escândalo do ano! (Preencha os três pontinhos!!!...)”

(ass.) Jurema Josefa, jornalista.

Sobre “A banalização de posturas injuriosas afeta a credibilidade da justiça”

  •  “Acrescento que isso é causado pela magistratura em 99% dos casos. Um juiz técnico, sério, que se pauta pela lei, que olha muito bem o que assina, resolve tudo isso. Mas, ... entrega-se o processo para o estagiário sentenciar, de qualquer jeito, despachar do modo que acha, e a assinatura do magistrado vai em qualquer lugar. As injúrias são mais do que compreensíveis. A advocacia brasileira está cansada da baixa qualidade de certos despachos e decisões”.

(ass). Eliel Karkles, advogado.

  • “Acho muito engraçada esta perplexidade ao ver um advogado, provavelmente cansado, perder a educação. E nas audiências, não filmadas ou gravadas, em que somos quase que diariamente ofendidos por magistrados e pelo Ministério Público? E em alguns cartórios onde servidores e até estagiários são grosseiros nos atendimentos? Onde está nossa amada, idolatrada e feroz cobradora de anualidades, a OAB?

 (ass.) Simone Maria Serafini, advogada.

Sobre “É falsa a notícia de que Arthur Lira destravou a votação da PEC da prisão em segunda instância”

  •  “Fico me perguntando se essa PEC não colide com o inc. IV do § 4º do art. 60 da Carta Cidadã. Afinal, é a liberdade individual que está em jogo. E modificar a natureza do procedimento (de recurso para ação revisional) é competência do Congresso? Tal posicionamento não afetaria o devido processo legal? Creio que são questões a discutir”

(ass.) César Augusto Hülsendeger, auditor público externo, jubilado.

Sobre “Quarta-feira de cinzas...”

  •  “Já tive um caso assim. Em 2009, audiência de prosseguimento em reclamatória trabalhista. Juíza - que foi minha colega em curso de pós graduação - marcou para as 9 horas de uma quarta-feira de cinzas. Chegou à sala de audiências às 11h, e a reclamante nem compareceu. A juíza não perdoou o esquecimento - ou seria atraso?... - da reclamante, muito embora a decisão tenha me favorecido. Mas não pediu nem desculpas pelo atraso”...

(ass.) Gustavo Davila, advogado.

Sobre “Escreva Direito: Os excessos da discriminação”

  • “Muito boa a análise feita por Paulo Flávio Ledur. Precisamos nos libertar do jugo e da escravidão do politicamente correto propugnado pelo Judiciário. Já não basta a autoritária centralização decisória, onde os advogados são impedidos de adjetivar as características do caso, sob a reprimenda de ´estarem a julgar´ o processo. Devemos, para não sofrer a contrariedade dos magnânimos, ser mornos e tangenciadores contadores de causos. Isso abrevia e menosqualifica a advocacia combativa”

(ass.) Paulo Ortega, advogado.

Sobre “Extinção da Justiça Militar”

  • “É injustificável a manutenção da desnecessária e onerosa Justiça Militar/RS, lamentavelmente ainda não extinta. É insignificante quantidade de menos de 100 processos/ano por juiz. Menos, ainda, por desembargador do TJM-RS. Esses casos devem ser julgados pela Justiça comum. Chega de privilégios e de desperdício do já escasso dinheiro público”

(ass.) Audi Marli Antunes, advogado.

Sobre “Jus Vermelha: E agora, José?”

  • Excelente texto, do Dr. Roberto Siegmann! Acredito que a direção do Inter já tenha consciência de que se o título se confirmar, o pré-contrato com o técnico espanhol terá que ser rescindido. Os valores pagos ao campeão do Brasileirão serão mais do que suficientes para pagar a multa rescisória do Miguel. Em tempo: o Inter deveria seguir o exemplo do coirmão e manter o Abelão por muitos anos no Beira-Rio, o que certamente renderia muitos títulos e consequentemente dinheiro aos cofres colorados”.

(ass.) Mauricio Antonacci Krieger, advogado e professor da UNISC.

 

Sobre “Jus Azul: E a cigarra azul cantou e empatou pela 16ª vez!”

  • “Caro Lenio, se você afirma que o Grêmio foi garfado pela arbitragem, item 3 do comentário, imagina o que dizem os torcedores do Bahia após o jogo entre os 2 times em Porto Alegre em 6 de janeiro último”.

(ass.) Alexandre Andrade, advogado.         

  • “De acordo com o nobre articulista, agora é válido jogar com as mãos dentro da área... Quando mudou a regra... que eu não fiquei sabendo...?”

(ass.) Alex Jung, advogado.

Sobre “Supremo mantém prisão preventiva de três advogadas”

  • “Dois pesos, duas medidas. André do Rap, periculoso e poderoso bandido, teve outro tratamento. Qual a diferença entre os dois casos? Será, porque o último - que ainda se encontra foragido - tinha ou ainda tem muito dinheiro?”

(ass.) Ciro Castilho Machado, advogado


A PALAVRA DO LEITOR

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