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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de abril de 2021.
(Próxima edição: terça-feira, 20).
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Faltou o gol!



Foto: Pedro H. Tesch / Agência AGIF / Google Imagens

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Impossível imaginar a final do campeonato mais inusitado da história do futebol brasileiro. Em meio à tristeza da pandemia, chegamos ao fim da competição de 2020 em pleno 2021, tendo como testemunhas os estádios vazios.

O Internacional enfrentou inúmeros percalços: troca de técnico, eleições e algumas derrotas inexplicáveis como aquela frente ao Sport.

A figura central foi o Abelão, pois mesmo diante das adversidades soube conduzir a equipe, assumindo o comando com maestria.

A derrota para o Flamengo foi negativamente decisiva, em uma partida polêmica diante de uma providencial expulsão que influiu no resultado.

Mas quem poderia imaginar que o Flamengo perderia para o São Paulo e que no Beira-Rio assistiríamos um pênalti revertido pelo VAR e dois gols anulados por impedimento.

Jogamos mal no primeiro tempo, mas melhoramos no segundo, e deixamos escapar por entre os dedos das mãos um título por um detalhe fundamental no futebol, o gol.

Devemos ao Abel o reconhecimento por sua competência, pelo seu respeito ao Internacional e por fazer jogar um time cuja qualidade técnica é no mínimo duvidosa.

Uma pena, um desperdício de oportunidade. Seguimos na mesma trilha: sem ganhar um título. E agora?

Vem aí um novo treinador, que pouco conhecemos, e que, com certeza levará um considerável tempo até assumir de fato o comando do grupo. Os estrangeiros são sempre uma aposta e nem sempre o novo é o melhor caminho.

Fica aqui um aviso ao Miguel Ramirez: o Campeonato Gaúcho é obrigação. Pouco me importa a falaciosa “ciência de dados”, com ou sem ela temos é que ganhar.

Até agora, considerando que as peças do tabuleiro diretivo do Inter não mudaram – salvo o Abel – ela não deu certo pois não redundou na conquista de um único título.

Entre o desconhecido e o conhecido, eu desfraldaria a bandeira do FICA ABEL.

 ma lástima, uma frustração diante da inacreditável derrota flamenguista.

Muito obrigado ao Abel,  por tudo aquilo que ele representa na gloriosa história colorada. Haja coração!


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