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Porto Alegre, terã-feira, 20 de abril de 2021.
(Próxima edição: sexta-feira, 23).
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O VAR decidiu o campeonato. Para o bem e para o mal



Arte EV

Imagem da Matéria

Pau que bate em Chico, bate em Francisco. A banca paga, a banca recebe. Flamengo campeão. Não merecido. Tenho de reconhecer. Explicarei na sequência.

Foram dois os personagens do campeonato brasileiro: a preguiça do Grêmio, e o VAR. Pintou e bordou. O VAR roubou para todos os lados. Se o VAR rouba sempre, então não rouba nunca. Ou algo assim.

A arbitragem brasileira é analfabeta. Covarde. Qualquer jogador peita árbitro. É um fiasco. A comissão da arbitragem da CBF é pusilânime. Frouxa.

Outra coisa que ficou clara no campeonato: os incompetentes dos técnicos aceitam que seus jogadores atrasem a bola, a todo o momento a bola. O gol ficou do outro lado. E atrasam a bola. Imbecilidade.

E quando tem um goleiro como o do Flamengo, aí o bicho pega. Um frangueiro. Como é possível que um treinador que foi goleiro, como Ceni, põe como goleiro uma mão de pau como esse Hugo? Improbidade.

O São Paulo é um time celerado. Bate todo o tempo. Daniel Alves poderia ser preso em flagrante. Flamengo? Cagão. Ficou apanhando. Como o Grêmio que o São Paulo ´cagou a pau,  lá no Morumbi com a conivência do VAR e arbitragem.

O time do Flamengo é faceirinho. Fresco. Fresquinho. Dúctil. Pândego. Galhofeiro. Rogério Ceni é o pior técnico... mas, paradoxalmente, saiu campeão. Foi ele quem entregou o segundo gol colorado, no jogo São Paulo x Inter, daquela Libertadores em que o Inter foi campeão da Bingo. Em 2020/2021, Ceni quase conseguiu dar outro título para o Inter. Ceni é colorado.

O time do Grêmio é apenas preguiçoso. É um time como a antiga nobreza. Ancién Regime. Tem um técnico-rei decadente e uma nobreza que vive às custas do reino. Por isso o rei não cai. A corte segura o rei. Os chapabranquistas do Grêmio são como a nobreza do antigo regime francês. Todos pagam impostos, menos eles e o clero. Por isso caíram. 

Ah: Grêmio perdeu, melancolicamente, para o Bragantino. Entrementes, um time decadente como o Fluminense, devendo R$ 700 milhões, se dá bem no Brasileirão. Eis a questão.

Detalhe importante: O Grêmio fez o pior negócio da história. O ´negócio mais pior´, desde a pré-história, havia sido a troca de um bisão por um cacho de banana nanica. Agora foi superado pela troca de Luciano, goleador do Brasileirão, por Everton Fake, uma nulidade. E eu vou estocar comida. Deve ter alguém no Grêmio que aconselha esses negócios. Tiago Neves et caterva. Bah.

Se esse Everton Fake fosse trocado por Luciano em uma empresa privada, daria improbidade administrativa. E processo judicial. Trocar o goleador do campeonato por uma ferida que veio para ganhar R$500 mil por mês. Quem é o responsável por isso? Cabe uma CPI no Grêmio. Urgente. Accountabillity. O torcedor tem direito de saber quem fez o negócio, quem aconselhou o negócio e quem autorizou o negócio. É um direito fundamental do torcedor.

Por vezes fico tentado a apoiar propostas de transformar clubes em sociedades anônimas. O acionista, torcedor, poderia entrar com ação judicial contra esse tipo de negócio que o Grêmio fez para trazer o Thiago Neves e o Everton Fake. Estou falando apenas de dois escândalos. Fora os outros... E foram muitos.

Pronto. Embora satisfeito, como torcedor do Grêmio, com o campeonato do Flamengo, estou irritado com a mediocridade do futebol. E furioso pelo fato de o Grêmio ter desistido do campeonato já na segunda rodada.

Por isso, paradoxalmente, nem sigam o meu twitter @streckgremio. Vejo que tem twitter chapabranca com milhares de puxa sacos. Larguei.

Sou torcedor raiz. Chapabranca é nuttela.


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