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Porto Alegre, sexta-feira, 14 de maio de 2021.
(Próxima edição: terça-feira, 18).
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Um surto causado pela abstinência de alvarás... e o surgimento de um hacker “do bem”



Arte EV sobre imagem Visual Hunt

Imagem da Matéria

Sobre “As pilhérias advocatícias depois da invasão de hackers ao TJRS”.

  • “Durante um dos meus surtos de abstinência de alvarás, sonhei que o hacker que invadiu o sistema do TJ era um advogado exausto, mas do bem. Ele não roubaria dados. Ele daria sentenças, redigiria acórdãos, proferiria despachos - tudo com velocidade e dentro da lei. Não olharia quem é o autor, o réu, ou o escritório de advocacia. Só decidiria. Poria fim ao ´concluso´, ao ´aguarda juntada´, ao ´vista às partes´. Esse imaginário hacker despacharia rápido: ´Alvarás sempre à disposição´. Mas... o estagiário me acordou, interrompi o sonho... e voltamos à era das pilhas dos processos físicos...”

(ass.) Simone Maria Serafini, advogada.

Sobre “Ataque ao TJRS: por que devemos nos preocupar com isto?”

  •  “A Justiça brasileira tem boa parte de culpa nisso. Os hackers que invadiram os celulares do Presidente da República e do ministro da Justiça estão todos soltos... Deu em nada, aliás, somos o país do ´não dá nada´. O brasileiro tem muitos direitos e poucos deveres. Temos que mudar isso para não deteriorarmos as próximas gerações. Impunidade gera criminosos...”

(ass.) Roberson Azambuja, advogado.

Sobre “A nova forma de advogar e o saudosismo das gerações passadas”

  • “Com o texto do Dr. Cícero Ahrends, acabei de transportar-me para aquele prédio da Rua Siqueira Campos onde, estagiária de tranças, conheci um dos grandes escrivães que por ali passou e que me fez pagar o meu primeiro mico: fez com que eu procurasse um processo que ele precisava para cópias; estava nas prateleiras empoeiradas do cartório. Foi então que percebi que, no cantinho de cada escaninho, um pequeno pedaço de papel identificava cada tipo de ação. Notei, então, ele rindo, de soslaio. Felizmente para mim, transformou-se em um professor de prática forense”.

(ass.) Marlise B. Kraemer Vieira, advogada.

Sobre “No cansaço da pandemia, ainda temos de aguentar a IVI”

  • “De que modo o Brasil ´criou´ tantos néscios? Simples, primeiro os governos dando zero prioridade à educação fundamental, básica, média e superior... Resultado: décadas formando adultos mal qualificados, sem senso crítico, sem um raciocínio lógico-ético bem estabelecido e humanista... Adicionem uma mídia e uma caverna ´internética´ que valorizam a superficialidade, o egoísmo e ´o que eu levo nisso´... Virou um combo tóxico”...

(ass.) Gilberto Cesar Vieira de Rezende, servidor federal aposentado.       

Sobre “Paciência esgotada da advocacia contra o congelamento da Justiça gaúcha”

  • “Os tempos atuais me recordam muito a época que iniciei na advocacia, batalhando dia a dia para sobreviver na profissão. A grande diferença é que, naquela época, tinha a convicção de que seria uma questão de tempo até a consolidação da carreira. Hoje, a crise estabelecida afeta a todos. Quem trabalha com escritório próprio sabe que não está fácil manter tudo em dia, especialmente pelo fato de que não temos a menor perspectiva de normalização dos serviços”.

(ass.) Wilson Ademir Nienow, advogado.

  • “Já era para a OAB/RS ter se manifestado antes. A paralisação do Judiciário é uma afronta à população e aos advogados. Não existe empatia, processos parados há anos, sentenças procrastinadas reiteradamente. A pandemia serviu apenas para ´justificar´ oficialmente o caos já existente”.

(ass.) Ana Lúcia Tricate, advogada.

Sobre “Novo Dicionário da IVI: derrota é NÃO VITÓRIA...”

  • “O artigo de Lenio Streck me lembrou aquele tal de Delúbio Soares, para quem o caixa 2 era apenas recursos não contabilizados”...

(ass.) Juliano Marcolino, advogado.

Sobre “O super vírus que atacou o Judiciário gaúcho”

  • “Excelente o artigo da Dra. Simone Maria Serafini. Alguém pensando na classe dos advogados e no povo necessitado. O texto  expôs o necessário para que as cúpulas da advocacia e do TJRS abram os olhos e, se façam presentes o mais rápido possível”.

(ass.) Rozane Maria Guerra, aposentada.

Sobre “Desembargador é aposentado dez anos após ser afastado por venda de sentenças”

  • “Quero parabenizar o Espaço Vital pelo excelente informativo que produz duas vezes por semana. Aqui leio muitas coisas importantes que a chamada grande mídia não publica”.

(ass.) Estelamar M. C. Scheffer, advogada.

Sobre “Alô, alô TJRS! Está na hora de reabrir os fóruns”.

  • "Parabéns aos colegas Guilherme Losekann e Leonardo Losekann pelo artigo. Venho defendendo o mesmo posicionamento na Subseção (Três Passos) em que atuo. Meros ofícios da OAB não resolvem absolutamente nada. A entidade tem que marcar território de forma mais enfática e enérgica”.

(ass.) Carlos Brackmann, advogado.

Sobre “O primeiro round do Airbnb em Brasília”.

  • A vedação da prática do Airbnb em unidades de apartamentos em condomínio - sob o argumento de que desviaria da finalidade residencial e de que poderia oferecer riscos à segurança - não tem sentido! Não há desvio na utilização/permanência dos usuários, pois se equipara à forma residencial (diferente se estabelecessem comércio ou prestação de serviços dentro das unidades). Ora, riscos à segurança existem de qualquer forma”.

(ass.) Marina Rheingantz Gomes, advogada.

Sobre “Jus Vermelha”

  • “A dispensa de um número considerável de funcionários do S.C. Internacional, pelo seu atual presidente - notório integrante dos quadros do PT - vem confirmar que, quando é necessário viver a realidade, sair da utopia, a receita pela manutenção da entidade, da família, do Estado ou da empresa é sempre a mesma: gastar menos do que se arrecada”.

(ass.) Luiz Antonio Beck, advogado.

Sobre “A anulação das condenações de Lula”

  • “Parabenizo pelo excelente texto, cuja síntese perfeita, nos esclarece e estarrece sobre a indignante decisão da Suprema Corte Brasileira. Meus comprimentos!”

(ass). Taciana Martins de Almeida Faria Neves, advogada.


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