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Porto Alegre, sexta-feira, 30 de julho de 2021.
(Próxima edição: terça-feira, 3).
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Os veranistas invernistas penduricalhistas de Xangri-lá



Imagem: https://www.imontana.com.br/

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> Sobre “O mar é testemunha”

  • “Como residente em município litorâneo no RS, constato que a preferência de grande número de magistrados para residirem em Xangri-lá não ocorre apenas em tempos de pandemia. Nos últimos anos eles estão, em expressivo número, de janeiro a dezembro, quase permanentemente na região. A Constituição (art. 93, VII) dispõe que o juiz deve residir na comarca em que atua, a fim de que possa melhor conviver com seus jurisdicionados e assim, melhor sentir as aspirações e as necessidades de todos, indistintamente.
  • Tal relacionamento não deve limitar-se, no trabalho diário, no fórum, com os auxiliares diretos, promotor e advogados. Isso é dever do magistrado, previsto na LOMAN (art. 35, IV): ´Tratar com urbanidade as partes, os membros do Ministério Público, os advogados, as testemunhas, os funcionários e auxiliares da Justiça, e atender aos que o procurarem, a qualquer momento, quando se trate de providência que reclame e possibilite solução de urgência´". (ass.) Mário Felipe Rheingantz, comerciante.
  • “Talvez os magistrados busquem - além do sossego aprazível - uma internet estável e constante. Ex-colegas meus de trabalho, em home office, afirmam que a rede de muitas cidades do litoral permite trabalhar e produzir bem mais do que em Porto Alegre, onde a internet é periclitante na maior parte do dia, com os provedores fornecendo bem menos do que prometem em contrato”. (ass.) César Augusto Hülsendeger, auditor público externo, jubilado.

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> Sobre “O princípio da colaboração também vale para os advogados”

  • “Perfeito o artigo do desembargador Pedro Pozza. Simples e direto: indica a solução para um impasse criado pela pandemia, mas que pode ser adotado além dela. Como dito pelo articulista, não reclame da escuridão; acenda a luz!” (ass.) Danúbio Edon Franco, desembargador aposentado.
  • “A proposta do artigo já está acontecendo. Contudo no dia a dia se mostra impraticável para os advogados. Em diversos processos que venci, recebi propostas da parte vencida para pagar os honorários de forma direta com depósito em conta corrente. Contudo as propostas sempre são com valores abaixo dos honorários determinados na sentença (de 20 a 40% menor), o que as torna impossíveis de serem aceitas”. Na prática, há gente que se vale da morosidade do Judiciário e da necessidade dos advogados em receber”. (ass.) Alcir Pereira, advogado.
  • “Com a devida vênia ao nobre desembargador, ainda que a sugestão não seja inviável, pelo contrário, de boas luzes, não é tarefa fácil alterar a praxe de décadas - e tal procedimento não se caracteriza ato unilateral. Por vezes, em face de uma circunstância, os procuradores não têm boas relações, o que traria, ainda, maior prejuízo ao credor da verba. Parece que a indignação dos advogados diz, efetivamente, com a falta de produção de alguns servidores, atitude de fácil apuração”. (ass.) Cícero Ahrends, advogado.
  • “Nem sempre a quantia é depositada em juízo, quando é objeto de penhora online, por exemplo. De qualquer forma, é comum haver acordo e o depósito ser feito na conta do advogado. Mas – importante! - a prestação jurisdicional pode e deve ser mais célere e assertiva em relação à expedição de alvarás”. (ass). Dickson de Menezes Pereira, advogado.

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Sobre “Ora, direis, comer um sanduíche farroupilha...”

  • “Em primeiro lugar, desconheço a tal impopularidade do Presidente Bolsonaro, que tem enfrentado esse sistema aparelhado (Congresso, banda podre do STF, mídia, etc.) com bastante eficiência. Segundo, o articulista Samuel Saliba talvez não saiba que o STF, só no ano passado, gastou não se sabe porque mais de R$ 700 milhões. Sobre o leite condensado, ele é usado por todas as forças do mundo; o articulista precisa informar-se melhor. Quanto ao Estado, ele é praticamente desnecessário, até porque gasta muito e oferece pouco”. (ass.) Peter Andersen Cavalcanti.
  • “Lamentável a nítida posição esquerdopata do articulista que mente ao falar em Presidente impopular, ideia que só a Globolixo vende. Ele compara mal o leite condensado, essencial às Forças Armadas. Ele que vá se informar para não dizer bobagem. As lagostas são coisas dos déspotas do STF. O articulista perdeu uma grande oportunidade de ficar calado”. (ass.) Lúcio Verane Filho, advogado.

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> Sobre “Que loucura é essa do TRT-4”?

  • “Minha cara colega Bernadete Kurtz, ativa participante da AGETRA, seus textos são bálsamos de sanidade nos tempos que vivemos. Ter alguém da velha guarda com tamanha lucidez é um privilégio aos que se enfileiraram na luta pelos direitos sociais”. (ass.) Arthur da Silva, advogado.

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> Sobre “O Grande Ruy”

  • “Tive o privilégio de ser aluno do professor Ruy Rosado de Aguiar Júnior. Um gentleman no trato, um conhecedor do Direito e um professor atento. A homenagem prestada pelo TJRS é merecida”. (ass.) César Augusto Hülsendeger, auditor público externo.

A PALAVRA DO LEITOR

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