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Porto Alegre, terça-feira, 3 de agosto de 2021.
(Próxima edição: sexta-feira, 6).
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Engolindo o discurso



Imagens: Laura Frajndlich/Gol/Divulgação Al Rayyan

Imagem da Matéria

A expressão que dá o título ao Jus Vermelha de hoje é frequente na política, quando o eleito desfaz, com atos, as suas promessas de campanha.

No Internacional, em meio a sucessivos fracassos da diretoria, a ingesta da falácia foi bem recebida. Finalmente recuaram da alucinação modernosa. Que fique assim, pois é da nossa cultura pintar de ouro o porvir, para amealhar votos dos incautos e, depois, sem mostarda nem catchup engolir a mentira.

Custou muito dinheiro dos sócios – donos do clube - a aventura, valores que ainda não foram revelados, muito embora o falacioso compromisso da transparência administrativa.

O mais caro e que nunca será avaliado é uma espécie de dano moral que, diante dos fiascos, depreciam a imagem do clube.

Cair para a segundona, perder sucessivos confrontos para o adversário, etc. mitigou em muito aquilo que foi construído a partir de 2002.

Mas esperar o quê de uma diretoria – inclusive Conselho de Gestão – que jamais pisou em um vestiário salvo para festejar e tentar figurar na foto.

A repetida convicção, o falso projeto, acabaram.

Que não sintam vergonha do recuo e admitam, aí sim com convicção, que no futebol não há mágica.

As contratações agora anunciadas, de dois grandes profissionais que conhecem o vestiário do Inter é puro realismo concreto. Nossas esperanças estão concentradas no Diego Aguirre e no Paulo Paixão para colocar ordem no vestiário colorado.

Um longo, caro e penoso caminho para concluir que o melhor seria ter mantido o Abel Braga.


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