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Porto Alegre, terça-feira, 3 de agosto de 2021.
(Próxima edição: sexta-feira, 6).
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Bolsonaro, Brizola e as eleições no Inter



Imagem: https://www.conta-corrente.com/Edição EV

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Colocar em dúvida o processo eleitoral sempre dá margem à conclusão de que o motivo é o resultado insatisfatório obtido nas urnas.

O atual presidente do País defende a retomada do voto físico, o que também era defendido por Leonel Brizola. Com certeza, o segundo tinha fundados motivos, posto que percebeu em tempo as manobras engendradas no Rio de Janeiro. Já Bolsonaro parece alimentar uma incerteza prévia quanto ao futuro, muito ao estilo do Trump.

Bem, mas não é disso que quero tratar.

Nas últimas eleições coloradas foi utilizado com exclusividade o voto pela internet e não o voto eletrônico como em outras oportunidades. A forma única retirou a possibilidade do cotejo entre o colhido via web e o voto físico. Esta possibilidade, a comparação, apontaria uma tendência harmônica, extirpando as eventuais dúvidas.

Tive meu candidato na disputa e não disputei, pelo voto, nenhum cargo. Entretanto, como conselheiro vitalício tenho a obrigação de repercutir aquilo que viceja no mundo colorado.

Na semana passada, um grupo de sócios fez publicar uma nota apontando sérias dúvidas acerca de todo o procedimento. Referem a inconsistência da empresa que o conduziu, a existência de um contrato para prestação de serviços a um grupo político e, o que é ainda mais grave, a tardia instalação do certificado de segurança, quase seis horas após o início da votação.

No dia da eleição houve um inexplicável retardamento – mais de três horas – para que os sócios pudessem ter acesso ao sistema de votação.

Soma-se a isso tudo a forma de incidir da comissão eleitoral que suscitou uma série de procedimentos questionáveis.

Apesar de tudo isso, a eleição bateu todas as marcas das eleições anteriores em número de votantes.

Este é o fato.

O caminho para dissipar a névoa que paira, em respeito ao centenário Internacional, é o de deferir o que é postulado: uma auditoria nas eleições de 2.020.

Pronto, realizada a auditória, ultrapassadas as dúvidas, poderemos para o futuro evitar os mesmos erros.

O Dr. Sérgio Juchem, presidente do Conselho Deliberativa, homem do direito, saberá atuar para sanar com transparência aquilo que ainda pode merecer justificativa, ao menos razoável.


A PALAVRA DO LEITOR

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