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Porto Alegre, terça-feira, 3 de agosto de 2021.
(Próxima edição: sexta-feira, 6).
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Saímos da lanterna e Paulo Victor não aceita sair por R$ 4 milhões



Foto de Matsu Panzenhagen / Camejo Comunicação

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O que as duas coisas têm a ver? Nada e tudo. Sair da lanterna com uma folha de pagamento de R$ 14 milhões não é nenhuma façanha.

Sair da lanterna tendo três jogadores cujos salários somados dão toda a folha de pagamento do Fortaleza, não é nenhuma façanha.

A questão Paulo Victor é mais simples. Ou não. Trazido na mesma toada que bondes como Vanderlei, Tiago Neves, André Balada, Churin, Everton Fake, Luiz Fernando etc. etc. e todos com excelentes salários (e em dia), construiu-se, no Grêmio, o paraíso de ex-jogadores e mediocridades.

Hoje os melhores jogadores do Grêmio são dois rejeitados pelo antigo regime. Os treinadores de goleiros e o próprio Renato não viram o talento de Breno e Chapecó? Hum, hum.

Perdemos dois campeonatos por falhas de goleiros mão-de-pau. E havia dois craques que nem no banco se sentavam. Bah (que em gauchês quer dizer bah, que coisa, não? Ou “caíram meus butiás do bolso”).

Consta que Paulo Victor não aceita acordo de R$ 4 milhões.

Agora estão aí. Consta que a conta dos bondes (para saírem) vai nos R$ 20 milhões facinho. Por baixo.

Pior: com essas “bondização” do plantel, ficamos com o banco frágil, quase falido. Contra o Fluminense, Felipão olha para o banco e vê quem? Ah, entrou Piñares.  Mas é pouco.

Se o Grêmio escapar dessa crise toda, esperamos que fiquem lições.

Nada mais há a falar neste momento. Mormente porque, do Z-4, está difícil até mesmo de respirar.


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